
Som ao vivo… é mesmo referência?
Um reflexão sobre a validade do som ao vivo como referência.
Um reflexão sobre a validade do som ao vivo como referência.
Recentemente fui convidado para conhecer um sistema “hi-end” de São Paulo, e lá estive com alguns amigos audiófilos. O grande mérito, segundo o feliz dono do equipamento, era que seu sistema não tinha “frescuras de hi-end”, ou como dizem alguns “era livre de voodoos”. Isso é uma forma de dizer que tudo o que se pesquisa e é tecnologicamente desenvolvido em áudio, não passa de bobagem.
Quando vejo alguns testes em uma conhecida revista de áudio e vídeo nacional, e para alguns equipamentos (ou fornecedores) ela insiste em repetir a mesma coisa: “Preço não fornecido”, fico indignado ao ver que o interesse dela está mais direcionado ao vendedor do que ao consumidor.
Performance de áudio High-end no seu DVD de alta definição.
Freqüentemente observo nos fóruns de discussão, ou em encontros de amigos, comentários do tipo “minha caixa é classe A Stereophile… bem… foi em 2003…”, ou… “meu CD player ganhou classificação “Diamante Negro”, em 1994…” Apesar de bastante comum, essa situação não seria admissível se entendêssemos o seu verdadeiro significado, e suas razões de fato.
Uma providência com resultados audíveis.
Restaurando uma caixa B&W danificada por água.
Amorteça as vibrações de seus equipamentos com essa solução caseira e funcional.
Há alguns dias recebi a ligação de um revendedor de equipamentos de áudio e vídeo. Seu contato tinha como objetivo, disfarçadamente, me induzir a mudar um comentário negativo que fiz aqui, nas páginas do Hi-Fi Planet, sobre um determinado equipamento que ele comercializa.
Um som de qualidade para um veículo feito para um público bastante exigente.
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