Teste (Review) do DSPeaker Anti-Mode 2.0 Dual Core

Um surpreendente dispositivo capaz de fornecer a solução que todos buscam para atingir a melhor qualidade de som de seus sistemas.

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Introdução

Em nossa série de artigos “Rumo à Customização”, estamos tratando do que chamo de “o lado escuro do áudio”.
Como o mercado quer vender produtos caros e manter alguns distribuidores, representantes, publicações e outros tantos interessados também muito felizes, o áudio hi-end foi tomado pela síndrome do “só o que é caro pode dar o melhor resultado”.
Esta bobagem tem que acabar.

O universo audiófilo mundial tem sido tomado por regras criadas ao longo de muitos anos (muitas vezes na direção errada), pela manipulação de sites no interesse pessoal de seus mantenedores, pela incompetência de publicações, pela irresponsabilidade de fabricantes e comerciantes, e, principalmente, pela falta de informação séria e honesta sobre este hobby, que acabam afastando o audiófilo do verdadeiro caminho a ser seguido, na direção de um sistema hi-end que forneça os resultados desejados: o som como ele deve ser. Não falamos do som ao vivo ou daquele pré-concebido na cabeça de “especialistas” do mercado, mas do som como ele deveria ser ouvido por nós, e que muitas vezes está distante da referência ao vivo, como pudemos constatar naquela série de artigos.

Nunca aceitei estas regras, e sempre pesquisei e busquei minhas próprias respostas.
Nesse caminho difícil acabei me deparando com as situações mais absurdas. Projetistas de renomadas caixas dizendo que os produtos fabricados pela sua empresa poderiam ser muito melhores e custar infinitamente menos. Técnico de uma fábrica de equipamentos de som hi-end afirmando que seus amplificadores não têm nada a ver com o que o mercado diz, e que muitos avaliadores são comissionados para prestigiar o produto. Fabricantes e distribuidores que podem enviar equipamentos “preparados” para testes, e como os avaliadores na maioria das vezes não mostram o interior dos equipamentos (sequer abrem seus gabinetes) e não possuem a formação técnica adequada, acabam definindo uma nota de qualidade ao equipamento por conta de um desempenho que o modelo comercial nunca terá. Já ouvi de fabricantes de cabos que os cabos custam o que o mercado de luxo pode pagar, e não pelo que realmente fornecem de resultados positivos.
Já li em uma revista que o que determina o preço de um produto é o que o mercado paga, mesmo que custe o preço de um caviar.

Diante disso tudo, aprendi uma coisa: a não acreditar em nada até que uma prova demonstre a veracidade dos fatos. Infelizmente, isso é culpa deste oportunismo que tomou conta do mercado.

Vejo, constantemente, avaliadores, entusiastas, consumidores e muitos outros comentando que um determinado equipamento ou sistema é “perfeito”, que atingiu um grau de realidade muito grande.
Mal sabem eles que esse “grau de naturalidade” está bem distante daquilo que eles imaginam ser.
Se fôssemos analisar a acústica do ambiente onde o sistema está ligado, a curva de resposta deste sistema ou dos ouvidos de quem afirma isso, descobriríamos uma falha óbvia nisso tudo, mas que ninguém gosta de comentar: cada um de nós ouve diferente, o volume em que cada um ouve seu sistema modifica substancialmente o resultado final, a sala interfere muito mais nos resultados do que querem nos deixar saber, e isso tudo, além de outros tantos fatores que já exploramos nestes quase 10 anos de Hi-Fi Planet e nos meus quase 40 anos envolvidos com o áudio, inicialmente de forma profissional e posteriormente como um entusiasta sério, mostram que o que ouvimos de nossos sistemas não é o que realmente deveríamos ouvir, e de nada serem muitas das referências usadas hoje pelo mercado.

Há muitos anos comentei sobre um disco produzido no Brasil que continha uma faixa onde um instrumento foi fabricado de forma a ser reproduzido em casa, usando copinhos de leite fermentado e arroz, e sugeria o idealizador da idéia que essa era uma forma de comparar o que era ouvido no sistema com uma referência real. Na época achei a idéia bárbara, até perceber um dia que por mais que meu sistema representasse com exatidão aquele som “ao vivo”, eu nunca poderia tê-lo como referência absoluta no resultado global do sistema, pois meus ouvidos interpretariam aquele som com a intensidade e as características definidas por ele. Mas, no contexto musical, a tal “fidelidade” poderia se apresentar de forma bem diferente da realidade.

Como corrigir isso?
Audiófilos gastam muitas vezes verdadeiras fortunas com tratamento de salas (óbvio que uma sala bem tratada tem grande importância), com contínuas trocas de caixas e outros equipamentos (alguns fabricantes, comerciantes e “consultores” adoram isso) e, pior ainda, investem grande parte de seu dinheiro em cabos e mais cabos tentando “acertar” o seu sistema (“extrair o último sumo”, entre tantas outras bobagens que dizem por aí), e até acreditando que conseguirão fazê-lo desta forma.

Deveríamos estar gastando nosso dinheiro em discos, e não aplicando nossas economias em cada novidade que dizem ser a solução para os nossos sistemas.
Ao levar pela quantidade de vezes que já li em revistas que “esse equipamento apresentou um enorme ganho nas frequências laterais da faixa, um detalhamento como nunca ouvi antes, um silêncio de fundo sepulcral, uma extensão de palco sonoro inacreditável e  um detalhamento assustador”, hoje eu deveria imaginar que os sistemas destes avaliadores devem colocar até o cheiro do perfume do músico em sua sala. Mas, quando conhecemos estes sistemas, vemos que não é bem assim.
Mais uma vez os exageros são sempre usados para apresentar cada novo produto como a resposta que o consumidor buscava para ter um sistema hi-end “perfeito”.

Mas, a verdade está muito longe disso, e passa pela correção do sinal de áudio para que ele se adeque à nossa sala, ao nosso sistema, e, principalmente, às nossas condições particulares de audição.
Mas, como podemos fazer isso?

Quando comecei a escrever a série de artigos “Rumo à Customização” fiquei bastante preocupado, pois eu tinha a certeza que apresentaria o problema, e que muitos se convenceriam de sua existência, mas eu sabia que as soluções eram difíceis de serem implementadas. A minha idéia inicial era mostrar algumas soluções, sempre bastante técnicas, mas também sempre tive consciência de que muitas destas soluções estariam longe da realidade de muitos leitores.
Mas, depois de iniciada aquela reportagem, conheci um equipamento que me chamou bastante a atenção. Imediatamente entrei em contato com o fornecedor e adquiri uma unidade que há meses venho testando cuidadosamente. Não posso errar aqui.
Desde então, não me recordo de ter passado tanto tempo em minha sala como tenho feito ultimamente, com o equipamento a realizar todos os testes possíveis e imaginários, onde a conclusão foi uma só: a solução existe e, para a felicidade de todos, não é vendida pelo preço de uma grife cara, mas sim por um preço justo e honesto.
Estou falando do Anti-Mode 2.0 Dual Core.

Este é seguramente o equipamento que mais me empolgou até hoje. Se eu tivesse que parar de escrever sobre ele aqui e resumir tudo em poucas palavras, eu diria que: “ele é fantástico, um milagre e você deve ter um”. Suas qualidades são muitas, como veremos a seguir.

E, se preparem, porque o texto vai ser longo, e merece ser assim pela infinidade de possibilidades e esclarecimentos necessários para entender as qualidades e recursos deste produto.
Ele chegou no mercado internacional surpreendendo a todos, e tem causado reações bem curiosas, a ponto de preocupar avaliadores, fabricantes de equipamentos e acessórios e tantos que já perceberam a dimensão de suas possibilidades para o correto ajuste de um sistema de som hi-end.
E, a boa novidade, é que ele chegou ao Brasil, por uma condição bem interessante que contou com o esforço conjunto de seu importador, do seu fabricante e do próprio Hi-Fi Planet. O forte empenho em trazer esta grande novidade para o audiófilo brasileiro foi muito grande, mas valeu à pena.
É o primeiro produto a receber a premiação especial do Hi-Fi Planet, que será concedida somente a produtos sérios, que realmente apresentam qualidades para o melhor desempenho do sistema e tenham, principalmente, um preço justo!!!

Apresentação do Anti-Mode 2.0 Dual Core

O Anti-Mode 2.0 Dual Core, fabricado na Finlândia pela DSPeaker, é apresentado em uma caixinha de alumínio, bem construída e com soluções técnicas de quem claramente buscava desenvolver algo com todo o capricho do mundo.
Não se trata de uma novidade em termos de produto e aplicação, mas é algo realmente novo quando se fala em recursos, possibilidades, facilidades, resultados e, principalmente, preço.

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O que faz o Anti-Mode?

Em poucas palavras, ele faz uma avaliação de seu sistema e de sua sala, diretamente no resultado sonoro, e realiza a sua correção levando todo o sistema para outro patamar de qualidade, tudo de forma automática. Mas, esta correção ainda é pouco em função de tudo que se pode fazer com ele. Porém, mesmo limitando-se a este ajuste automático, ele já é capaz de algo que o usuário jamais poderia imaginar para o seu sistema.

O Anti-Mode é basicamente um dispositivo para correção das baixas frequências que tanto prejudicam o som dos nossos sistemas, e que sempre demonstraram ser uma das maiores dores de cabeça para serem tratadas.
Ele é conhecido como um “Dispositivo de Correção de Salas”, e não se trata de algo novo em termos de conceito. Mas, a forma como ele trabalha no âmbito digital e com a precisão alcançada pela tecnologia empregada, faz com que seus resultados superem muito outros dispositivos já lançados.
Não é por menos que este componente tem recebido elogios de publicações como Absolute Sound, Stereophile e de tantos outros veículos de informação sobre áudio de qualidade. Alguns até comentaram que chegaram a ouvir que depois deste dispositivo não haveria mais sentido testar tantos equipamentos da forma como é feito hoje.

Bem, até aqui acho que a minha empolgação, além de visível, já seria justificada.

Mas, vamos entender o que é o Anti-Mode 2.0 Dual Core.

Trata-se de um dispositivo de processamento digital que, através de um microfone calibrado (fornecido com o equipamento), faz uma avaliação de inúmeros sons que são emitidos por ele mesmo, e, através de um complexo algoritmo interno e com o uso de poderosos processadores, ele consegue ajustar o sinal de áudio para corrigir os problemas encontrados. Na verdade, ele faz essa correção sozinho, calibrando as frequências envolvidas, e mais tarde veremos como fazer isso manualmente e na direção que desejamos numa aplicação muito mais ampla, que a própria versatilidade do aparelho nos possibilita.

A sua interligação no sistema é bastante flexível. Ele possui várias entradas, incluindo aí entradas balanceadas XLR, conexões coaxiais e digitais. Dispõe de saídas também generosas que facilitam a sua interligação em praticamente qualquer de configuração de sistema.

Assim, ele pode  receber um sinal digital diretamente, o que é uma ótima opção, já que seu DAC interno tem superado DACs muito mais caros do mercado internacional, e, para completar sua versatilidade, ele possui um ótimo pré-amplificador digital.
Ou seja, você pode ligar a sua fonte, um player de CD, por exemplo, direto na entrada digital do Anti-Mode, e de sua saída direto para o seu amplificador de potência, deixando para ele as funções de correções de sinal, conversão digital-analógica e pré-amplificação, tudo num único pacote e dentro do melhor nível hi-end, seja para um sistema estéreo, multicanal de áudio ou de uma instalação de home-theater.

Você pode ainda utilizar uma das entradas analógicas do Anti-Mode, quando então ele transformará o sinal analógico em um digital de alta resolução, tratará este sinal, converterá novamente em analógico com a excelente qualidade de seu DAC interno, e enviará o sinal corrigido de volta ao sistema.
Você pode ainda utilizá-lo interligado entre seu pré-amplificador e o seu amplificador de potência, ou no retorno das saídas de gravação, como fazíamos antigamente com os velhos equalizadores.

Opa !!! Alguém falou em equalizadores? Então para nos deixar ainda mais apaixonados por este aparelhinho vamos já revelar que o Anti-Mode possui um equalizador interno completamente configurável, e ainda pode ele mesmo fazer a leitura de reposta de toda faixa audível de nossa sala, ajudando-nos na sua configuração. Chega de adivinhação e subjetivismos. E é essa mágica que vai nos interessar muito lá na frente.

Para acompanhar tudo isso, um pequeno display, porém bem legível e colorido, nos mostra toda a operação que está em andamento, entradas e saídas utilizadas e outras informações úteis. Ele fornece os amplos menus de opções, além dos gráficos das medições realizadas. De quebra, ele ainda permite salvar até 4 ajustes diferentes, permitindo uma comparação fácil dos resultados ou a adequação da melhor calibração para maior versatilidade do sistema.
Além de tudo isso, ele ainda permite baixar estes gráficos para o computador, através de uma saída específica, tudo comandado por controle remoto.

O que está no pacote oferecido pelo Anti-Mode Dual Core?

– DAC no nível dos melhores DACs hi-end do mercado
– Pré-amplificador digital de excelente qualidade
– DSP de correção da sala bastante eficiente
– Equalizador gráfico digital de excelente precisão e grande flexibilidade
– Analisador de espectro com gráfico do sistema
– Filtros variados para diversas funções
e mais…

Sua construção interna é muito bem feita. Não há nada de tão surpreendente em seus componentes que chame atenção para este ou aquele item. A genialidade está em seu “cérebro” eletrônico, no seu processamento de informações e em seu sofisticado algoritmo.

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Desempenho

Depois de tomar conhecimento das primeiras avaliações do Anti-Mode no mercado internacional, adquiri uma unidade diretamente de seu fabricante, pois naquela oportunidade, há 5 meses, o fabricante ainda não tinha desenvolvido um distribuidor brasileiro, o que aconteceu com o apoio do Hi-Fi Planet para que o fabricante tivesse a segurança de sua escolha.

A curiosidade era tão grande, assim como o receio de que o aparelho não chegasse aqui (por conta de surpresas que sofri recentemente), que pedi para que ele fosse enviado por Fedex. Para se ter uma idéia, esta importação ficou mais cara que o preço que ele é vendido aqui hoje.

Logo que chegou, realizei o procedimento de sempre… abrir o aparelho e conhecer a sua “intimidade”. Depois, veio uma leitura cuidadosa no manual (disponível em português somente no distribuidor brasileiro) e uma navegação rápida pelas suas funções.
Conversei muito com o fabricante também, pois queria ter um bom domínio dos recursos oferecidos pelo aparelho.

Nestes quase 5 meses de testes, ele foi ligado em meu sistema de todas as formas possíveis, e em cada uma delas, explorado em detalhes.

Ele substituiu com muita valentia o meu M1DAC da Musical Fidelity e outros até muito mais caros que usei para comparação, ligado à saída de diversos players e transportes utilizados para os testes.
Vou falar agora do seu desempenho comparado ao M1DAC, que para mim foi o único DAC capaz de substituir o meu MSB que já havia recebido inúmeras atualizações. O M1DAC é um DAC excepcional, honesto, sem “enfeites” sonoros para impressionar ouvintes de primeira viagem. Sua precisão e equilíbrio colocam DACs muito mais caros em situação bastante vergonhosa. É mais um daqueles componentes que muitos evitam falar demais para não se comprometer.
O Anti-Mode 2.0 Dual Core conseguiu tomar o lugar do M1DAC com uma precisão impressionante, resultado do cuidado do projetista em eliminar o menor vestígio de “jitter“, e de extrair da etapa de DAC um resultado realmente de altíssimo nível.

Em um dos reviews estrangeiros que li, o avaliador também menciona que o seu DAC de referência, um modelo muito caro e bastante famoso, também restou abandonado depois que ele conheceu as qualidades do DAC do Anti-Mode.
Como DAC, ele é muito detalhado, “transparente” (mostra as qualidades e defeitos de cada gravação sem esconder nada), com graves de uma precisão exemplar, médios e agudos bastante corretos, sem causar qualquer cansaço auditivo.
Todos os instrumentos e vozes se beneficiam com ele, não importando exigências como dinâmica ou velocidade.
Sua extensão é bastante ampla, como deve ser qualquer equipamento sério, e não há nenhuma distorção perceptível que possa deteriorar os resultados, o que foi também medido.

Em seguida testei o Anti-Mode eliminando o pré-amplificador do meu sistema, muito bem conceituado pelo mercado internacional.
É curioso ver como um pré-amplificador digital como do Anti-Mode, de aparente simplicidade de projeto, consegue resultados tão interessantes. Aqui ele se saiu muito bem, considerando o projeto cheio de sofisticação de meu pré original que utiliza inúmeras técnicas como comutação de banco de resistores de alta precisão, com isolamento absoluto entre canais, amplificação discreta, etc… etc… etc…
Aqui é possível perceber o quanto a evolução tecnológica é capaz de oferecer.
A “velha máxima” do “menos é mais” não funciona aqui.
O pré-amplificador do Anti-Mode é preciso, não oferece qualquer limitação ao sinal original, e ainda parece que o coloca no “ponto” certo para ser finalmente ampliado pelo amplificador de potência.

Se como pré-amplificador e DAC o Anti-Mode já parecia ter justificado a sua aquisição, a surpresa maior veio depois que realizei o ajuste automático de correção da sala.
É um ajuste demorado, onde a única coisa que fiz foi ficar sentado ali na sala esperando ele fazer tudo.
Depois de emitir vários sons e realizar várias medições, ele finalizou o teste me apresentando dois gráficos em sua tela, o “antes e o depois” da correção.

Todos sabem que as minhas caixas foram projetadas e desenvolvidas conjuntamente com alguns respeitados projetistas de caixas hi-end do mercado internacional. Enquanto toda caixa acústica apresenta limitações de projeto, a única regra que utilizei no meu projeto foi não fazer qualquer restrição. Cada componente foi selecionado cuidadosamente, e a construção seguiu técnicas raras vezes adotadas em produtos comerciais, e nunca todos ao mesmo tempo em qualquer modelo que eu já tenha visto.
As caixas são totalmente “ajustáveis” e bastante versáteis em termos de utilização, e tudo isso com um único objetivo: torná-las capazes de se ajustarem perfeitamente a qualquer ambiente e nas mais variadas condições particulares de utilização e de audição.

Eu, pessoalmente, não acreditava que o Anti-Mode poderia fazer muito mais do que o que eu já havia feito no sentido de otimizar a acústica  da sala.
Outra surpresa aqui. O pequeno aparelho surpreendeu novamente.
Ele conseguiu identificar algumas melhorias e as realizou por conta própria. Você pode comparar os resultados na hora, através de um botão no controle remoto, comutando entre o ajuste original e o efetuado pelo Anti-Mode, aceitando ou não as alterações.

Não tive outra escolha senão aceitar a “sugestão” do Anti-Mode.
Os graves originais, que eu já considerava excelentes, ganharam maior precisão e uma naturalidade que aumentaram ainda mais o realismo da audição, eliminando qualquer vestígio de excessos que poderiam ainda existir por conta de alguma ressonância persistente.

É difícil explicar, mas nenhuma troca de cabos, de caixas ou qualquer alteração no tratamento acústico talvez fizesse o que fez o Anti-Mode, de uma forma simples e bem mais precisa. Imagine o que seria ficar escolhendo cabos e equipamentos para conter um pico ou uma depressão em 150Hz, por exemplo.

Não houve nenhum prejuízo audível diante da interação do Anti-Mode, preservando as demais qualidades do sistema. Está é uma preocupação que tenho cada vez que realizo o teste de um novo produto. Normalmente se ganha de um lado, mas se perde do outro.

Depois destes testes, parti para os experimentos com os diversos filtros que o Anti-Mode oferece. Com estes filtros é possível eliminar as prejudiciais frequências subsônicas que não são ouvidas nem “sentidas” (como dizem alguns), mas que provocam distorções sérias até nas médias frequências, reduzindo a fidelidade sonora. Esta é uma preocupação esquecida pela maioria dos audiófilos, mas é um problema que tem sido muito estudado hoje e explica a dificuldade que se tem para eliminar algumas distorções que introduzem erros nas médias frequências.
Testei também o filtro de agudos, que atua bem no extremo superior. Ele pode ser bastante útil para amenizar gravações ruins, com excesso de agudos.
Testei também um velho conhecido de muitos antigos usuários de equipamentos de som, o filtro “loudness”, ou, “controle de audibilidade”. Para quem não conheceu este recurso, é interessante saber que a sua ausência nos atuais equipamentos de som é uma grande perda.  A razão é muito simples, pois é sabido que os nossos ouvidos apresentam um comportamento diferente em volumes mais baixos, com menor sensibilidade aos extremos do que quando numa audição em volumes mais elevados. A função deste filtro é justamente corrigir esta limitação.

Todos os filtros funcionam no campo digital, com a alta resolução de amostragem citada anteriormente, e não se limitam só a estes. É possível implementar filtros passa-banda e outros ao gosto e à necessidade de cada instalação.

Depois destes testes, realizei muitas experiências com o equalizador digital paramétrico.

Quando se fala em equalizadores, muitos já fazem cara feia.
Estes equipamentos, injustamente banidos das instalações hi-end, representam hoje uma grande lacuna para o melhor ajuste dos sistemas. Iremos tratar com maior profundidade sobre este tema em nossa conclusão da série de artigos “Rumo à Customização”.
Mas, por hora, é importante saber que um equalizador pode ser uma solução genial e segura para “equilibrar” o seu sistema de som para as suas necessidades específicas.
A renúncia pelo seu uso ocorreu no passado mais pela falta de conhecimento em sua aplicação, que provocou o uso inadequado do mesmo, e pela falta de evolução em seus projetos depois que foi sendo abandonado dos sistemas de alta-fidelidade.
Mas, antes que digam que o equalizador é um produto que provoca uma correção “artificial” do som, é bom lembrar que ele é amplamente usado nas gravações (inclusive audiófilas) que adquirimos, apesar de muitos negarem isso. Também é fortemente usado na gravação dos tão “respeitados” discos de vinil, e está dentro de todos os prés de fono do mercado, mesmo no mais caro e sofisticado modelo hi-end. Isso mesmo, há uma curva de equalização muito forte dentro destes pré-amplificadores.
A equalização é utilizada também nos divisores de frequências (cross-over) das caixas acústicas, em menor ou maior grau, independente da qualidade da mesma.
Portanto, se você acredita que este é um recurso desnecessário e que não será utilizado, saiba que ele já está bem presente em seus equipamentos, e que é uma poderosa ferramenta de ajuste.

A equalização paramétrica do Anti-Mode 2.0 Dual Core também ocorre no campo digital, com um processamento preciso do sinal, respeitando a sua fase e todas as suas características originais, ou seja, é um recurso que também não altera as demais qualidades do sistema.
Os filtros do equalizador paramétrico são totalmente ajustáveis, e o recurso exige um pouco de atenção para ser usado por ser algo pouco usual para o consumidor comum, mas que compensa plenamente pelos excelentes resultados que proporciona.
O Anti-Mode faz o levantamento da curva de seu sistema, em todo espectro audível. Com essa curva e com o conhecimento de suas características auditivas, pode-se conseguir um ajuste bastante interessante do sistema. Acredite, você não ouve como imagina, e por mais que tente “treinar” os seus ouvidos, nunca conseguirá recuperar as suas perdas naturais.

Esse recurso me ocupou bastante tempo, e consegui coisas incríveis com ele.
Havia alguns momentos em que amigos que conheceram o equipamento em minha casa ou em algumas instalações que também testamos, afirmaram que pareciam ter trocado de caixas, de equipamentos e de cabos, com a vantagem que estes últimos atuam mais sutilmente e são bem mais caros em sua maioria.

Com o Anti-Mode 2.0 você pode levar o seu sistema para onde deseja, aumentando o detalhamento, a extensão de graves e agudos, atenuando médios, corrigindo picos e desvios prejudiciais e muito mais. Você tem o total controle do seu sistema, sem precisar ficar trocando componentes a todo o momento para tentar melhorar isso ou aquilo, e sem introduzir efeitos colaterais indesejados. O Anti-Mode preserva todas as qualidades do seu sistema, sempre provocando melhorias diversas, jamais deteriorando os sinais, desde que bem utilizado.

Além do Anti-Mode não sair mais de meu sistema estéreo, pretendo adquirir outras unidades para o sistema de AV. Pelos poucos testes que fiz, os ganhos justificam o investimento, pois o salto de qualidade é muito grande.

Pelas qualidades que apresentou, o Anti-Mode 2.0 Dual Core é o primeiro componente a receber o recém criado selo “5 estrelas” do Hi-Fi Planet, para diferenciar um produto que atinja o maior índice de satisfação em seu uso.
No total (explicaremos em breve), foram criados 3 selos: “5 estrelas”, “Aprovado” e “Reprovado” para resumidamente apontar a importância de um equipamento. Não é a volta da atribuição de escalas de valor, pois não acreditamos nisso. A idéia aqui é apenas destacar a principal característica de um produto, se ele é excepcional, se funciona como o esperado ou se não cumpre o que promete. Aqui no Hi-Fi Planet não escondemos produtos e serviços ruins, e a partir de agora estes “maus produtos e serviços”  receberão um selo exclusivo de demérito por conta disso.

O Anti-Mode 2.0 Dual Core é distribuído com exclusividade no Brasil pela Sound Stage, uma loja honesta mantida pelo Sr. Moyses, bastante conhecido no meio audiófilo pela sua contribuição séria ao mercado, trazendo produtos de qualidade a preços bem justos.

Pontos Fortes

– Versatilidade (Correção de sala + DAC + Filtros Diversos + Pré-Amplificador digital + Equalizador paramétrico, etc…)
– Correção automática e precisa da sala através de um complexo algoritmo bastante funcional
– Não introduz problemas, preservando detalhamento, velocidade, extensão, palco e demais características originais do sistema (melhorando-as na maioria das vezes)
– Construção de excelente qualidade e tamanho compacto
– Total controle do sistema, muito maior que outras soluções mais caras e de pouco resultado, como alguns cabos ou produtos de tratamento acústico.
– Manual detalhado em português (somente no distribuidor brasileiro)

Pontos Fracos

– É difícil criticar qualquer coisa neste produto, tamanha a sua versatilidade e qualidade geral. Mas, o controle remoto poderia ser maior e mais robusto…

Recomendado

Uso obrigatório para quem quer extrair o máximo de seu sistema de som ou vídeo sem ficar gastando o seu dinheiro com inúmeros cabos e outras soluções intermináveis e de pouco ou nenhum resultado.
Para quem quer ajustar o seu sistema para personalizá-lo de encontro à sua sala e outras necessidades pessoais, e quer ter total controle sobre o mesmo.
Para quem busca um DAC de excelente desempenho e um pré-amplificador digital de ótima qualidade.
Em resumo, para todo mundo que leva a sério o seu hobby musical.

Conclusão

Poucas vezes um equipamento para testes me chama a atenção, pois hoje o nivelamento dos produtos é muito grande. Mas, o Anti-Mode 2.0 Dual Core é muito mais do que mais um acessório.
Ele é um produto genial, capaz de elevar a qualidade de um sistema de uma forma quase mágica, com muita simplicidade para quem não quer ter muito trabalho. Mas, quem se aprofundar um pouco em seus recursos, descobrirá um mundo infindável de opções capazes de proporcionar resultados muito além do que se poderia imaginar.
Ele é uma resposta à constante busca de muitos usuários que investem em contínuos upgrades de equipamentos e acessórios muitas vezes bem mais caros, e de poucos resultados práticos.
Se eu fosse começar hoje a minha aventura neste hobby de áudio e vídeo, começaria pelo Anti-Mode, e só então escolheria os demais componentes.

Esta avaliação já estava pronta há algum tempo, mas segurei a sua publicação até que tivesse total certeza sobre a recomendação que eu faria, e que a estrutura local tivesse concluída para que oportunistas de mercado ou alguém que pudesse se sentir incomodado pelas possibilidades deste produto, pudesse prejudicar o seu acesso ao público.

Um produto obrigatório e de possibilidades quase infinitas.

Avaliação Final

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Produto de desempenho excepcional.

Preço

Aproximadamente R$ 4.000,00 no distribuidor exclusivo para o Brasil:
Sound Stage High End Audio
soundadv@terra.com.br
moyses@soundstage.com.br
Tel: (61) 3225 3229
www.soundstage.com.br

Site nacional do produto: www.dspeaker.com.br

Dimensões

– 236 x 55 x 146mm (largura x altura x profundidade)

Download do Manual do usuário em Português

Baixar Manual Anti-Mode Brasil (pdf)
Versão ampliada e atualizada – Contribuição do Hi-Fi Planet

Informações técnicas do produto

Tipo de produto:    Processador Digital de Sinal (DSP) / conversor digital/analógico (DAC) / Pré-Amplificador Digital / Equalizador Paramétrico / Conjunto de Filtros Digitais
Conexões:    Duas entradas RCA, duas entradas XLR (balanceadas), duas saídas RCA, duas saídas XLR (balanceadas), uma entrada digital TosLink S/PDIF, uma saída digital TosLink S/PDIF
Processamento digital interno:    40-bit, 2 canais
ADC:    6.144MHz oversampling dual por canal
DAC:    6.144MHz oversampling dual por canal, clock local, buffering
Faixa Dinâmica:    > 108dB
Passos de controle de volume:    0.5dB
Sensibilidade de entrada:    XLR, 1.35/2.60V RMS; RCA, 1.65/3.25V RMS
Tensão de saída:    RCA, 1.65V RMS; XLR, 3.25V RMS

Links para outros reviews

– Stereophile:
www.stereophile.com/content/music-round-57

– Absolute Sound:
www.theabsolutesound.com/articles/dspeaker-anti-mode-20-dualcore-digital-signal-processor/

DH Audio and Home Theater
www.dhaudioandhometheater.com/dspeaker-anti-mode-2-0-dual-core-pronounced-d-speaker/

hifitest.de
www.hifitest.de/test/raumprozessoren/dspeaker-anti-mode_20_dual_core_6696.php?p=3

Fotos exclusivas do Hi-Fi Planet

Em função do tamanho do texto aqui publicado, as fotos serão apresentadas em outra postagem específica, incluindo mais detalhes do produto.

Fotos aqui: http://hifiplanet.com.br/blog/teste-review-do-anti-mode-2-0-dual-core-fotos/

 

54 Comentários em Teste (Review) do DSPeaker Anti-Mode 2.0 Dual Core

  1. Oi Eduardo.
    Há alguns anos eu li sobre um equipamento que fazia justamente isso, na época fiquei com muita curiosidade e vontade de poder ouvir uma demonstração, que bom saber que chegou no Brasil.
    Fiquei com algumas duvidas:
    – O que ele faz é semelhante o que o audissey xt32 faz nos receivers?
    – Se no sistema haver mais de uma fonte, por exemplo, um CD Player e um Toca discos, como se faz para tratar o sistema para ambas as fontes?
    Um abraço Eduardo e mais uma vez parabéns por auxiliar a trazer um equipamento realmente interessante ao Brasil.

  2. Caríssimo Eduardo,

    Tenho 59 anos. Destes, 50 dedicados à música, pois aos 9 anos comecei a tocar piano.
    Mas, o destino não quis que eu me tornasse um pianista ou um violinista, e acabei trabalhando com engenharia de produção musical, ou mais popularmente hoje como engenheiro de som.
    Aposentado, mesmo o prazer de tocar os meus dois instrumentos preferidos foi levado por um problema sério de articulação das mãos onde a cirurgia é a única recomendação médica, mas uma ideia que não me atrai nesta idade.
    Limito-me hoje a degustar obras maravilhosas de artistas geniais em meu conjunto de som, um pouco modesto para os atuais elevados padrões high-end, mas ainda valentes, adquiridos e trazidos da Alemanha quando lá atuei na minha última produção antes da aposentadoria.

    Tenho acompanhado o seu excelente sitio com bastante interesse, justificado pelo excelente nível de suas exposições. Poucos trabalhos hoje carregam tanta clareza e precisão de idéias como aquelas que encontro aqui no Hi-Fi Planet, e estendo isso ao âmbito internacional.
    Não sei exatamente se há uma certa incompetência geral entre aqueles que dedicam-se ao assunto, ou interesses financeiros envolvidos, ou um pouco de cada. Mas é fato que a indústria eletrônica de equipamentos de som, as publicações especializadas e demais ramificações de suporte do som high-end convergiram numa direção bem distante daquela que deveria ser a busca pela reprodução caseira de alta-fidelidade, a do som mais correto.
    E é neste ponto que me apego aqui neste breve, ou não tão breve assim, comentário.

    O som mais correto é aquele que deveríamos ouvir, e não aquele que ouvimos de fato.
    Lembro de ter dito isso para um grupo de universitários há pelo menos 20 anos, e fico muito feliz quando percebo que mais alguém consegue enxergar algo que está diante de nossos olhos, ou próximo de nossos ouvidos, para ser mais fiel ao tema.

    Há uns 6 ou 7 anos conheci um jovem na Itália que trabalhava numa fábrica de instrumentos de corda, e era responsável pela afinação dos instrumentos ali produzidos. Quando lhe perguntei qual o padrão que ele usava para afinar aqueles instrumentos, esperando ver um sofisticado e preciso equipamento computadorizado para avaliar a exatidão de cada nota, ele me respondeu: “- Quem se importa? No final poucas pessoas vão ouvir o que deveriam realmente ouvir.”
    Ele me comentou que apesar de buscar a perfeição para os padrões de afinação, quem determinaria o som final que o instrumento teria não era ele, mas sim o ouvinte e toda a sua parafernália eletrônica, ou uma sala de concerto e as percepções auditivas de cada ouvinte.

    Não estamos sós, meu caro.

    Há algum tempo venho percebendo algo diferente em seus artigos aqui publicados. Eu diria que há uma clara tendência na direção do que eu tanto já defendi, do que o jovem afinador me disse, e de alguns outros nobres corajosos que ousaram questionar se o modelo correto é mesmo esse que se apresenta hoje.

    Você começou com perguntas, e já parece desenhar as suas conclusões com bastante segurança.
    Percebo onde quer e vai chegar, e lá estarei para aplaudi-lo de pé neste gran finale.

    Quem esteve mais atento à sua busca pelas respostas que tanto procurava, percebe hoje que já existe uma articulação clara de idéias para uma conclusão que pode mudar a forma convencional como as pessoas buscam pela reprodução fiel da música, ou, se preferir, como os audiófilos enxergam o fantasioso high-end como a solução para a reprodução perfeita.

    Ao colocar o verdadeiro diante do real, estamos finalmente começando a perceber que o que deveria ser não é o que se mostra.
    Certa vez fiz uma comparação muito próxima de uma que você já fez. Comentei com um amigo para que ele observasse a quantidade de pessoas que usavam óculos numa praça em que estávamos, e se aqueles que não usavam estavam mesmo enxergando bem ou apenas vestindo lentes de contacto.
    Eu lhe disse que se não existissem os óculos os padrões de visão estariam todos errados ao tomar a imagem real como correta para avaliar uma imagem de tv ou de uma foto. Se ao invés de existirem os óculos existisse uma lente na frente da tela de uma tv, poderia-se ter a imagem da tv mais precisa que a imagem real ou a imagem “ao vivo”, empregando um termo que você costuma usar. Diga-se, um termo utilizado incorretamente neste meio, pois “ao vivo” é o que acontece no momento, em tempo real, e não o que é verdadeiro ou o que é exato, por isso acho que muitos confundem o “ao vivo” como sendo o verdadeiro e se equivocam nestes conceitos.

    Quais seriam os óculos de nossos ouvidos? Aparelhos auditivos?
    Vou lhe contar qual é a minha solução.
    Utilizo um bom e velho equalizador paramétrico de alta precisão (uso profissional) para corrigir a acústica de minha sala, as malformações das gravações (propositais ou não), a minha curva de audição e tantos outros parâmetros que podem me proporcionar o som como ele deveria ser, e não como ele parece ser.

    É meu amigo, quem diria que poderíamos dar tantas voltas para chegar ao mesmo lugar.
    Quando li o seu teste aqui percebi a sua enorme alegria pela descoberta do que procurava, notei a ligação com tudo aquilo que você já vinha criando com o seu quebra-cabeças, falando em equalizadores, controle de reverberações, filtro loudness e até em controle de graves e agudos, confesso que até sorri satisfeito.
    Espero que o mercado te ouça, já que não tive esta sorte e nem havia como há hoje a internet que faz com que uma ideia trafegue com uma abrangência e uma velocidade maior que as velhas salas de aula, os velhos livros impressos ou as conversas num banco de praça.

    Faço votos que tenha as suas idéias disseminadas e que consiga talvez agora expor um novo horizonte para ser alcançado, trazer para os seus leitores e para todos os que ainda virão indiretamente na pirâmide virtual aquela realidade que eu, o jovem afinador, você e alguns outros espalhados pelo planeta já descobriram.

    Parabéns pelos seu trabalho, que sei representar para você apenas um hobby sério como já li.

    Perdoe este velho por estas longas linhas a ocupar o seu tempo precioso.

    Continuarei presente como leitor assíduo do Hi-Fi Planet, mas apenas um leitor. Porém, precisava lhe dizer isso, para que tivesse um feedback positivo depois de tanto esforço.

    Muita paz, saúde e amor no coração.

    Fique com um grande abraço meu.

    Valentim

  3. Olá Bario,

    Não conheço muito sobre o Audissey para emitir uma opinião precisa de comparação.
    No caso de diversas fontes, as possibilidades seriam:
    1. Utilizar as entradas/saídas tape monitor do amplificador
    2. Ligar o Anti-Mode entre o pré e o power
    3. Ligar a saída digital do CD player na entrada digital do Anti-Mode (ele é um excelente DAC), e as saídas analógicas do pré de fono nas entradas analógicas do Anti-mode.
    4. Usar um chaveador de entrada para selecionar a fonte
    5. Ou ainda, numa medida mais radical, pedir para um técnico instalar saídas pré-out/power-in em seu amplificador (vale a pena – sai mais barato que um upgrade ou um mod, e ainda funciona melhor)

    Abraços

    Eduardo

  4. Caro Valentim,

    Recebi o seu comentário com muita emoção. Sua história é fascinante, e sua experiência merece muito respeito.
    Gostaria que nos contasse mais sobre as suas experiências como músico, como engenheiro de gravação e tanto mais que deve ter para nos oferecer.
    Sua vida “produtiva” não acabou, há ainda muita experiência para contribuir para o crescimento de tantos outros “jovens” como nós.

    Obrigado pelas “longas linhas” que tornaram o tempo dedicado à esta leitura realmente “precioso”.

    Um forte abraço.

    Eduardo

  5. Eu já tinha lido alguns reviews interessantes deste aparelho.
    Parece que ele é mesmo bastante útil para ajustar um sistema, e bario, ele é mais completo que o audissey, E pelo que o pessoal diz lá fora, possui uma correção bem mais precisa.
    Gostei da avaliação do planet. Vocês estão dando um show de reviews bem feitos e honestos.

  6. O preço foi reajustado (para baixo!!!) pelo distribuidor, por conta da redução cambial, de negociações com o fabricante e da expectativa de estabilização do câmbio para os próximos meses.
    O valor já está atualizado.
    Parabéns ao distribuidor pela honestidade e seriedade.

  7. Dependendo da fonte, você poderia usar um bom DAC.
    Existem ótimas opções da Cambridge, Arcam, MF e outras.

  8. Excelente review !!! Eu já tinha lido bastante sobre este aparelhinho, mas jamais imaginei que chegaria um dia no Brasil. Parece que todo mundo fica positivamente surpreso com ele.
    Existe na cor prata ou só preto mesmo? Todo o meu sistema é prata, pois acho que destaca mais do móvel. E a regra para fazer parte dele é ser desta cor. Será que vou ter que abrir a primeira exceção? rsrsrs….

  9. Obrigado, Eduardo. Eu uso um Ipod Nano de 16GB. Atualmente possuo um Grado SR60i, mas já fico olhando lá na frente, rs (apesar de esse fone me proporcionar um som que nunca achei que ouviria em algo portátil). Tb sonho com caixas de som, amplificador etc, mas isso fica pra quando eu morar sozinho, hehe.

  10. Eduardo,

    Das perguntas:
    1 – Existe algum lugar em São Paulo onde é possível se ter uma demonstração do Anti-Mode 2.0 Dual Core?
    2 – Você acredita que, mesmo para salas muito pequenas, ele pode ser eficaz?

    Abraços,

    Renato

  11. Olá Renato,

    Não sei se existe já alguma representação em São Paulo. Acredito que não.
    Ele é muito interessante para qualquer tamanho de sala ou sistema. Na minha opinião a sua maior virtude vai muito além de correção dos graves de uma sala, que é a de ter total controle sobre o som, sem ficar gastando fortunas com upgrades de equipamentos e cabos.
    Você ajusta qualquer coisa no seu som, e pode mudar tudo no momento que quiser. E com a possibilidade de fazer comparação com o original a qualquer momento, é possível constatar qualquer ganho real, não dependendo do “achismo”.

    Abraços,

    Eduardo

  12. Caramba, Eduardo.
    Poucas vezes te vi tão empolgado assim, quando você montou as suas caixas, e quando comprou seus novos amplificadores e o M1DAC.
    Já tinha lido alguns testes sobre este aparelhinho em revistas e fóruns do exterior e realmente a empolgação não foi muito diferente.
    Se eu já achava o seu sistema o melhor que eu já tinha ouvido até hoje, e olha que não foram poucos, e ele melhorou ainda mais, preciso voltar logo pra São Paulo para ver isso.
    Porque você não abre logo uma loja no Hi-Fi Planet e vende estes brinquedos diretamente? Com a sua credibilidade e o seu conhecimento, tenho certeza que seria um sucesso.
    A Su mandou lembranças.
    Abraços
    Emílio

  13. Boa Tarde Sr.Eduardo,
    Por favor, em seu teste do anti mode o sr. comenta que não gostou do controle remoto, porque? Ele funciona por IR? Pode ser usado um controle universal programável por IR?
    Estou adquirindo o produto e estou com essa dúvida.
    Agradeço se puder me responder.
    Grato,
    Carlos Augusto de Souza (Santos-SP)

  14. Grande Emílio !!!

    Como anda a bagunça aí no Rio? Devo ir em breve visitar a cidade maravilhosa.

    Pois é, eu fiquei mesmo muito animado com o Anti-Mode, pois com ele você tem total controle do seu sistema. Ainda estou descobrindo coisas novas com ele.
    Não via a hora de compartilhar estas impressões com os amigos.

    A distribuição no Brasil está em boas mãos, com gente honesta. Confesso que quase não esteve. Mantive muito contato com o projetista do aparelho para conhecer melhor o produto, orientar os meus testes e interpretar os resultados da forma correta.. Conversamos bastante, e descobri que a distribuição estava vindo para um velho picareta conhecido nosso, e que só apronta nesse mercado.
    Certamente ele vai ler isso. Então já fica sabendo que eu intervi para que não viesse para ele. Chega de pilantras neste mercado!!! Se ele fosse um pouco honesto, eu teria até ajudado. Mas não vale nada, falo isso abertamente e se ele não gostar… dane-se !

    Gosto muito do áudio, procuro me dedicar ao Hi-Fi Planet para tentar ajudar os futuros compradores a fazer escolhas mais acertadas, sem gastar muito e sem cair na maioria das armadilhas do mercado. Mas, uma loja ou um negócio na área de áudio está fora de cogitação. O próximo passo, um dia, será a minha aposentadoria.
    Hoje já ocupo demais o meu tempo com a empresa e a advocacia. E ainda falta tempo para cuidar das duas, o que me leva a trabalhar até nos finais de semana e a ficar 4 anos sem férias de verdade.

    Não me importo de ajudar os consumidores, divulgar produtos e até dar uma força para as revendas e publicações honestas. Mas, além de não ter mais muito tempo para isso, não me interessa obter lucro com isso, ou talvez a minha imparcialidade e credibilidade acabasse comprometida.
    Pelo contrário, esta atividade só me dá custos, mas não preciso ganhar nada com isso, ainda bem. E olha que sempre aparece alguém querendo “colaborar” de alguma forma, mas não me interessa.
    Imagino o quanto não ganham certos “colaboradores” em comissões e “mimos” para divulgar e elogiar produtos em fóruns e revistas. Mas, cada um é livre para agir como quiser, já que ética e honestidade são características pessoais.

    Isto pra mim é um hobby, assim como o vídeo, a fotografia e meus cachorros. Preciso é ter mais tempo para eles, isto sim.

    Um grande abraço a você e toda a família. Fico no aguardo de sua sempre agradável visita.

    Eduardo

  15. Carlos Augusto,

    Olá !
    Realmente não gostei do controle remoto. Alguns podem ter achado ele prático, por ser pequeno e leve, como o avaliador da Absolute Sound.
    Para mim falta mais robustez e se parece mais com aqueles controles de players automotivos.
    Pode ser algo antigo, mas ainda gosto de controles com maior pega, mais robustos e pesados.
    Cheguei a reclamar com o fabricante sobre isso, mas ele também tem seus argumentos em relação ao tipo de controle.
    Ele funciona com IR sim, e programei o meu controle universal para as funções dele sem problemas.

    Um abraço

    Eduardo

  16. Grande Eduardo! Review bastante animador.

    Me restaram algumas dúvidas sobre o review, em partes do seu texto que não consegui interpretar com precisão.

    Você substituiu o M1DAC pelo Anti-Mode? Digo, atualmente você usa como DAC no seu sistema o Anti-Mode?

    Outra dúvida é sobre o nível do pré-amplificador do Anti-Mode. Você comenta apenas que ele saiu-se bem e com resultados interessantes. Mais ou menos o que havia dito do pré do DacMagic Plus. A dúvida é se o pré do Anti-Mode pode ser usado com um pré de ponta, assim como o seu DAC interno, ou se seria apenas um quebra-galho como o do DacMagic e o uso de um pré dedicado ainda se faz necessário para um desempenho de excelência.

    Abraço e parabéns pelo excelente trabalho.

  17. Tiago,

    Tanto o DAC interno como o pré digital são de um excelente nível.
    Num dos testes realizados lá fora, o avaliador chegou a mencionar que o DAC interno do Anti-Mode bateu um caríssimo DAC de referência dele.

    Sou muito exigente com DACs, pois considero uma peça fundamental do sistema. Convivi muitos anos com um DAC MSB modificado completamente, pois não encontrava um DAC que realmente me agradasse. Depois disso, testei inúmeros DACs que possuíam muita fama, mas com resultados bem longe de suas famas, muito fracos. Depois de testar o DacMagic, Electrocompaniet, Rega, e tantos outros, optei pelo M1DAC, que apresentou um resultado honesto, bastante superior aos demais que testei.
    Porém, me surpreendi com o DAC do Anti-Mode, e é ele que estou usando atualmente.
    Por isso comentei que ele é um dispositivo de correção de sala, um DAC, um pré digital e um equalizador, tudo do melhor nível e num único pacote.
    Nada é um quebra-galho nele.

    Abraços

    Eduardo

  18. OBRIGADO PELA DICA DO CAMBRIDGE AUDIO 851A.GOSTARIA DE SUA OPINIÃO PARA AS CAIXAS.ESTOU ENTRE TANNOY REVOLUTION SIGNATURE DC6T,MONITOR AUDIO RX6,WHARFEDALE JADE 5 OU DIAMOND 10.7OU B&W 684.
    EM TEMPO,SOU PSICÓLOGO E SEMPRE ME INTERESSEI POR PSICOLOGIA SENSORIAL E PERCEPÇÃO.QDO SE ESCOLHE UM APARELHO DE SOM DEVEMOS LEVAR EM CONTA OS NOSSOS LIMIARES ,E NÃO O LIMIAR DOS EDITORES E “ESPECIALISTAS” DAS REVISTAS E NEM A SENSIBILIDADE DO OSCILOSCÓPIO.É COMO COMPRAR UM TERNO.EU USO Nº 52 ,MAS PRECISA DE UM AJUSTE PARA O MEU CORPO E NÃO O CORPO DO ALFAIATE,ASSIM COMO OS AJUSTES DE TODOS COM MEDIDAS 52 TERÃO UM AJUSTE PERSONALIZADO,DE ACORDO COM SUAS MEDIDAS,BRAÇOS,OMBRO,ETC.O GRAVE RUIM OU O AGUDO ESTRIDENTE VARIA MUITO DE PESSOA PARA PESSOA.PODEMOS ATÉ ARRISCAR DIZER QUE ,ASSIM COMO EXISTE UMA IMPRESSÃO DIGITAL ÚNICA,EXISTE A PERCEPÇÃO QUASE ÚNICA DE CADA PESSOA .UMA OPINIÃO DE ESPECIALISTA(EXISTE EM ÁUDIO????)É UM BOM COMEÇO. ESSE ESPAÇO QUE VC DISPONIBILIZA É IMPORTANTE POR MOSTRAR ISSO E DESMISTIFICAR O HOBBY ÁUDIO.SOU DA ÉPOCA EM QUE OS PURISTAS,AUDIÓFILOS,OU AUDIOTAS,ERAM SENHORES MAESTROS QUE SÓ ESCUTAVAM MÚSICA CLÁSSICA,ÓPERA ,ETC.EU ME PERGUNTAVA.ALGUÉM ESCUTA O PINK FLOYD? QUAL A CAIXA PARA ESCUTAR O DEEP PURPLE? OS AGUDOS AGUENTAM O ROBERT PLANT GRITANDO? NUNCA FIQUEI SABENDO.
    DESCULPE ME ,MAS É MUITO DIFÍCIL ALGUÉM PENSAR E FALAR SOBRE ISSO EM PÚBLICO COMO VC FAZ.CONTINUE SEMPRE. NÃO ESQUEÇA DE SUGERIR AS CAIXAS.ECONOMIZO TEMPO PESQUISANDO.

    MYLTON

    MYLTON

  19. Mylton

    Você me coloca numa situação difícil. Normalmente as consultas que recebo me dão opções mais fáceis (risos…).
    As suas seleções são muito boas, e eu, particularmente, ficaria entre Tannoy, Monitor Audio e B&W, mas sem descartar as demais também.
    Acho que o preço neste caso pode ser um desempate. Ou, se puder ouvir cada uma, ainda melhor.

    Agradeço muito o seu comentário comparativo. Bem interessante.
    Realmente não é fácil tentar fazer algo honesto neste país… parece que você é o errado.

    Um grande abraço,

    Eduardo

  20. Olá Eduardo,
    Primeiro, parabéns pelo site, muita informação e muito bem escrito.
    Tenho lido varios artigos do site, este me impressionou.
    No momento, estou me preparando para o primeiro upgrade de equipamentos. Deixarei um receiver sony 5.1 e um conjunto de caixas e subwoofer da sony (que realmente deixam a desejar, mas foi meu primeiro ht e não tinha a menor idéia de como escolher).
    Neste segundo momento, comprei um processador e um amplificador multicanais da Emotiva (UMC-200 e UPA-500). A sala não será dedicada e deve ter 15 m2. As caixas serão formadas por Baubos e uma central produzidas pelo Renato (audiokit). As surround ainda não defini, provavelmente serão de embutir.
    Gostaria de lhe perguntar sobre sugestões para melhorar o sistema. Minha primeira idéia é, assim que possível, partir para o DSPeaker junto com os emotivas. E, neste caso, vi que para utilizá-lo controlando as frontais e o subwoofer, precisaria utilizar saídas balanceadas para as frontais e não-balanceadas para o subwoofer (2.1). O amplificador emotiva não tem entradas balanceadas (xlr), pensei então em utilizar adptador que transforme balanceada em não balanceada (rca). Você considera viável?
    Caso não seja, você sugere um amplificador stereo ou integrado com bom custo-benefício que possua entradas balanceadas?
    Parabéns pelo site e desde já agradeço a ajuda.
    Abraço,
    Arturo

  21. Olá Arturo,

    Eu também me impressionei bastante com o fato de ter total controle do sistema com este aparelhinho.

    Normalmente nosso primeiro sistema é assim, bastante limitado, seja por razões econômicas, pela disponibilidade de opções e até a falta de uma definição exata de onde queremos realmente chegar.
    Tudo tem um começo. Tenho certeza que mesmo tendo iniciado com um sistema básico, ele te proporcionou momentos muito agradáveis de diversão.

    Você já fez escolhas interessantes. Parabéns pelas novas aquisições.

    Nunca testei estes adaptadores, mas já ouvi comentários de que funcionam bem, sem provocar perdas sensíveis. Acho que pode ser uma alternativa viável. Vou até pesquisar um pouco sobre isso.

    Eu não acho que é o momento ainda de pensar em outros equipamentos. Vamos explorar um pouco mais a alternativa dos adaptadores. É uma pena perder o que você já fez, e acho que isso não é necessário.
    Nos meus testes, a operação do Anti-Mode se mostrou bastante eficiente com as duas conexões, e por isso acredito nesta opção.

    Fico à disposição para ajudá-lo. Se preferir, podemos discutir isso por e-mail, em mais detalhes.

    Um abraço e obrigado pelos elogios ao site.

    Eduardo

  22. Eduardo,
    Minha sala, embora não seja nenhum absurdo em termos de acústica, merece um bom tratamento para ter um resultado hi end.
    Gostaria de saber se a introdução do anti mode dspeaker no sistema pode dispensar tratamento acústico para a sala.

    Abraço,
    Gilberto

  23. Olá Eduardo,

    Tenho um Anti-Mode 2.0 e é um aparelho fantástico.
    Depois se o testar no meu sistema, não hesitei um segundo em ficar com ele.
    Tinha um problema na sala, que é dedicada, pois as minhas colunas de som, umas Focal Utopia, interagiam muito com a sala, criando muitos problemas ao nível dos graves com 2 picos significativos nos 50hz e 70hz.

    Só com a correcção automática e sem qualquer ajuste manual, o sistema passou para um nível de reprodução completamente diferente. Tudo melhorou e muito.

    Relativamente à colocação, optei por instalar este aparelho entre o transporte digital e o dac da Chord utilizando cabos opticos, uma vez que ele funciona no domínio digital.
    Não gostei muito dos resultados obtidos quando instalei o Anti-Mode entre o Pré e os Powers.
    Dado o potencial que este aparelho tem, quase que arriscava a dizer que é uma compra obrigatória para qualquer sistema de som.

    Muitos parabéns pelo blog.

    abraço

    JoaoF

  24. Gilberto,

    Eu diria que uma coisa complementa a outra. Um tratamento acústico é muito bem-vindo numa sala, mas ele nunca conseguirá corrigir todos os problemas da sala.
    Aí entra o Anti-Mode. Primeiro ele vai “afinar” o seu sistema, corrigindo os desvios que o tratamento acústico não conseguiu resolver. Depois, ele será de grande valia para corrigir os desvios das caixas, dos demais equipamentos e de seus próprios ouvidos.
    Acredite, por melhor que seja o tratamento acústico, você nunca conseguirá um resultado 100%, e vai acabar fazendo a alegria dos fabricantes e vendedores de acessórios (principalmente cabos), e de seus comissionados e anunciantes, que sempre te induzirá à idéia de que é preciso investir em melhores equipamentos, mais componentes de acústicas, mais cabos para “ajustar” o sistema e por aí vai… e pode preparar o bolso…

  25. Eduardo,
    Tudo bem ?
    O anti mode dual core pode substituir tratamento acústico em uma sala???
    Naturalmente me refiro a uma sala normal , com cortinas, estofados e tapete, enfim, sem maiores características muito distantes de uma sala acusticamente ideal.
    Um abraço
    Gilberto

  26. Olá Gilberto,

    O que eu recomendo é realizar um tratamento acústico básico e “afinar” depois com o Anti-Mode, até porque nenhum tratamento acústico é perfeito.
    Mas, se isso for impossível, pois muitas vezes a decoração é prioridade já que tratamento acústico pode não agradar esteticamente, aí uma correção mais profunda e exclusiva do anti-mode pode ser a solução.

    Abraço

    Eduardo

  27. OK Eduardo!
    Você de fato entendeu todos as vertentes que minha mensagem encerrava.
    E respondeu de forma bastante coerente.
    Mais uma vez obrigado e parabéns por sua bela contribuição para as pessoas que precisam de diretrizes sérias neste universo muitas vezes complexo que e o áudio de alta fidelidade.

    Abraço
    Gilberto

  28. Estou pensando seriamente em adquirir um exemplar desse aparelho DSPEAKER ANTI-MODE 2.0 DUAL CORE.
    Espero e desejo que a sua utilização seja bastante intuitiva e de resultados imediatos e indúbios. Obrigado ao articulista Eduardo por seu excelente review sobre o produto.

  29. Claudionor,

    Não há como errar aqui. Se você se aprofundar nos ajustes do equipamento, vai dar um grande passo para conseguir o total controle do seu sistema, e ficar livre de vez de todas estas mentiras sobre ajustes com cabos, sinergia, elo fraco, etc., que tantos espertinhos tentam nos enfiar goela abaixo.

    Abração

  30. Caro Senhor Eduardo, boa noite!
    Pretendo adquirir este aparelho, questiono se após um ano do teste o produto continua lhe impressionando positivamente?
    Abração

  31. Prezado Alexandre,

    Continuo muito empolgado com o aparelho, e ainda realizando muitas experiências.
    Foi uma de minhas melhores aquisições até hoje.
    Recomendo o DSPeaker para todos que querem ter total domínio de seus sistemas sem cair nas armadilhas dos cabos caros para ajustes do som.
    Em breve terei novidades sobre ele.

    Abraço

    Eduardo

  32. Caro Eduardo, boa noite. Enviei erroneamente um email. Comprei o dspeaker e gostaria de utilizá lo com um emotiva umc 200. Qual o melhor esquema de ligação entre o processador e o aparelho . Tenho um mini PC que serve como htpc, para áudio digital e filmes. Pretendo liga lo ao dspeaker via áudio ótico. E, para filmes você acha que vale ligar o dspeaker também?

  33. Boa noite, Eduardo.

    O equipamento Anti-Mode é recomendável também para ajustar sistema comandado por receiver ou ele é voltado para o seguimento highend, obrigando a substituição do receiver?

    Obrigado

    Claudio

  34. Olá Arturo,

    O DSPeaker é muito versátil, e assim permite inúmeras opções de ligação no sistema.
    Eu não tenho experiência de utilização do Anti-Mode num PC, e por isso acho que vale a pena você fazer alguns testes e ir comparando até encontrar a melhor solução.
    Uma dica para conhecê-lo melhor e ouvir sugestões e opiniões sobre a sua utilização é visitar o link abaixo:

    http://www.clubehiend.com.br/forum/showthread.php?1125-Clube-do-Equalizador-Dac-Pre-Amp-1-001-utilidades-DSPEAKER

    Um abraço

    Eduardo

  35. Olá Cláudio,

    Você pode utilizá-lo com um receiver, para ajustar um sistema de HT ou mesmo de som estéreo para audição de músicas.
    Certamente você vai obter um resultado muito mais preciso do seu sistema.
    Ele não é voltado somente ao mercado hi-end, mas as suas qualidades permitem fazer com que ele se saia muito bem em sistemas mais sofisticados.

    Um abraço

    Eduardo

  36. Obrigado
    Aproveitando:Pela sua resposta entendi que no Anti-Mode temos a opção de salvar ajustes, ou seja, posso salvar ajuste para HT e ajuste para estéreo, é isso?
    Quanto ao Anti-Mode, sabe informar se está havendo problema no recebimento de emails no distribuidor autorizado do aparelho, já que passei dois emails pedindo informações para adquirir e não me responderam?

    Claudio

  37. Olá Cláudio,

    Sim, você pode salvar até 4 ajustes diferentes, se não me engano.

    Estranho… não sei o que aconteceu com o distribuidor. Vou testar descobrir.

    Abraço

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