Customização de Sistemas – Depoimento de um Leitor

Sempre peço aos leitores que deixem seus depoimentos aqui no Blog quanto aos resultados obtidos com a customização de seus sistemas de som. Apresentamos aqui mais um depoimento sobre a importância deste ajuste.

Cada vez mais os audiófilos estão descobrindo a importância de adequar seus sistemas de som às suas necessidades pessoais, uma proposta que desenvolvi depois de muitos estudos e experimentos.
Esta idéia vem ganhando força até no exterior, mas é recebida com certo temor pelas publicações de áudio que insistem em esconder a verdade dos leitores para não ter que assumir que estavam erradas este tempo todo.

Não vou abordar aqui o funcionamento deste novo conceito aplicado na montagem ou no ajuste de um sistema de som hi-end, pois o tema já foi abordado em detalhes em artigos anteriores.
Vamos aqui apenas apresentar mais um depoimento de um leitor que aplicou esta técnica em seu sistema.

Segue o seu relato (muito obrigado, Fábio):

Gostaria de apresentar a vocês a minha experiência no ajuste customizado de um sistema de áudio hi-end conforme proposto pelo Eduardo, administrador deste site e idealizador desta sugestão.

Meu nome é Fábio, sou de Porto Alegre, tenho 47 anos e sou empresário do ramo de alimentação.

Quero antes de mais nada agradecer ao Eduardo pela atenção, tempo despendido e pela sua dedicação em me acompanhar e me orientar nesta empreitada, de forma gratuita. Foi justamente por este carinho de sua parte que atendo ao seu único pedido de ao menos divulgar os resultados que tive com o intuito de orientar outros leitores.
Obrigado Eduardo. Muito obrigado mesmo.

Sou apaixonado por “som” desde garoto, puxando um vício que já era do meu pai.
Cheguei a criar uma banda para me dedicar à música, aprendi a tocar guitarra, violão e mais tarde piano.
Porém, com o tempo percebi que minha paixão mesmo era ouvir as lindas obras compostas pelos grandes compositores, e não “fazer” música. Sou um apaixonado pela música clássica, pela MPB de qualidade e pelo Jazz.

Fui um devorador de publicações de áudio. Comprei a assinei inúmeros livros e revistas inclusive estrangeiras até montar meu primeiro sistema de som hi-end.
Fui realizando upgrades e maus upgrades buscando fazer com que meu som se aproximasse daquele som ao vivo que eu estava acostumado a ouvir em algumas salas de concerto e quando tocava na banda ou num solo.

Neste ponto abro parênteses para reforçar algo que o mestre Eduardo sempre diz. Os reviews publicados nas revistas que se dizem especializadas são bastante tendenciosos. Para eles, cada novo equipamento ou acessório testado é um produto revolucionário, que proporciona um grande salto na reprodução do som, com expressões das mais exageradas e até de algum mau gosto como “o massacre da serra elétrica” (uma referência equivocada vinda de um título errado de um filme pois a serra utilizada não era elétrica).
E, apesar destes exageros e de repetição de conduta, ainda muitos tem a coragem de contraditoriamente, dizer que se trata do “equipamento definitivo”…
Na prática, o que eu vi (ou ouvi) foi uma realidade bem diferente.

Acreditar em reviews é o mesmo que acreditar no vendedor da loja de carros da esquina, que tem sempre os melhores modelos à venda e um que é a “sua cara”.
Isso não é exagero. Basta lembrar que muitos avaliadores de revistas são remunerados pelos anúncios dos fabricantes e revendas, quando ainda não possuem revendas próprias ou representações que lhes garante uma comissão pela venda do produto.

Nem preciso dizer que também caí nesse conto, e gastei como muitos outros consumidores uma pequena fortuna tentando chegar ao fantasioso “topo do pinheiro”, que quase foi o topo da minha falência.

Apesar de muito ler, investir e ajustar o meu sistema de som, sempre senti que faltava algo, e os upgrades eram inevitáveis.
Gastei uma pequena fortuna em cabos na tentativa inútil de realizar aquele “ajuste” tão mencionado pelos “entendidos”, sejam eles profissionais do ramo ou amadores avançados.
Hoje concordo com o Eduardo quando ele diz que isso é pura jogada para vender cabos, pois eles não se prestam para ajustar qualquer sistema de som. Aprendi isso com experiências simples e bastante esclarecedoras, que podem ser colocadas em prática por qualquer pessoa, e por isso condeno a atitude daqueles que tentam forçar uma situação pelo lado do subjetivismo, quando é possível confrontar estas sugestões com experimentos práticos, o que eles obviamente não o fazem.

Um dia me deparei neste blog com o trabalho que o Eduardo estava desenvolvendo em relação à customização de sistemas de som. Confesso que num primeiro momento fiquei meio perdido tentando entender aquilo e me perguntando: “mas era só isso?”.
Vi em seus textos muita coerência, bastante clareza e uma sugestão que me parecia tão óbvia que me achei um estúpido, por não ter pensado nisso antes e por ter trilhado um caminho tão torto e desnecessário.

Num primeiro momento achei a sua implementação um pouco confusa e longe de minha capacidade técnica. Mas, com a evolução dos artigos o Eduardo foi com muita habilidade dissecando os detalhes e buscando opções para facilitar a implementação da idéia.
Isso que acho fantástico nos artigos do Eduardo. Ele não só mostra a solução como procura alternativas e soluções práticas e econômicas para que qualquer leitor possa por em prática suas sugestões.
Desde do LCBM, do Resfrim, passando pelo cabo de força até chegar nesta customização, ele sempre ofereceu um caminho que qualquer um pudesse seguir e ter os resultados desejados.

Quando o Eduardo evoluiu os artigos da customização que inicialmente tinha como proposta modificações nas caixas acústicas para um dispositivo de correção acústica de fácil disponibilidade e custo acessível, resolvi me aventurar nesta experiência.
Enviei um e-mail para o Eduardo com uma lista de dúvidas, e fiquei surpreso ao receber a resposta um dia depois.
Além da rapidez, as respostas eram bem formuladas, completas e detalhadas, bem diferentes das que normalmente vejo em revistas e sites que não conseguem ser úteis para nada.
Até o seu telefone o Eduardo me passou, coisa que ele disse que normalmente não o faz, mas no meu caso ele pôde perceber pelo meu e-mail que minhas intenções eram sérias e que eu iria mesmo até o fim, e por isso me proporcionou esta facilidade.

Sempre de forma paciente e dedicada ele me prestava as explicações necessárias e me passava as orientações de cada passo. Algumas vezes ele não tinha disponibilidade de fazê-lo naquele momento, mas num momento mais oportuno parecia até que eu havia contratado os seus trabalhos, pelo cuidado que ele tinha em me ajudar.

Acabei adquirindo o produto para correção de sala e realizando o teste auditivo que ele sugeriu.
Aqui cabe uma observação. O teste auditivo é talvez o ponto mais crítico de toda a história.
São necessários muitos cuidados na sua realização. Na verdade acabei fazendo 5 (cinco) exames auditivos até termos a confiança necessária da curva de correção que deveria ser feita.
Foram 4 clínicas diferentes, tendo realizados 2 (dois) exames na última escolhida. Quando eu explicava aos examinadores o objetivo do teste, eles ficavam bastante curiosos sobre o assunto. Em um dos casos fiquei mais de uma hora conversando com um médico que se interessou pelo assunto e também estava ingressando na audiofilia.
Ele me disse que essa teoria da customização era uma idéia genial e bem fundamentada, pois cada pessoa tem uma característica de audição própria, e na casa dos 40 anos a nossa audição já está bem alterada em relação àquela de anos anteriores.
Ele me disse que achava um absurdo as pessoas acreditarem em reviews feitos pelos ouvidos de outros, que tamanha subjetividade representava um risco muito grande, pois dificilmente a percepção do avaliador irá coincidir com a de seus leitores, e isso nada tem a ver com experiência, pelo contrário. Ele afirmou que avaliadores de equipamentos são mais suscetíveis a variações significativas de audição, pela idade média deles e pela contínua exposição aos sons de seus testes.
Lamentavelmente a sua clínica não tinha condições técnicas de realizar um exame como eu precisava, e o próprio médico me antecipou isso. Mesmo assim eu fiz o exame e o encaminhei para o Eduardo, que em seguida me pediu para realizar outro.

Vencida esta etapa, passamos a medir os parâmetros atuais de meu sistema, como os equipamentos reagiam e como a minha sala interagia com eles. Outra etapa de muita dedicação com inúmeros testes.
Neste ponto a primeira surpresa. Por mais que eu tivesse ajustado o meu sistema para ter um comportamento neutro (flat) haviam alguns desvios curiosos.
O Eduardo ao avaliar estes desvios me perguntou que cabos eu tinha em casa. Era uma coleção numa grande caixa de papelão. Curiosamente ele me pediu para trocar alguns cabos caríssimos por outros mais baratos, o que fiz. Segundo ele, alguns cabos caros tem a função de alterar (adulterar segundo ele) o sinal propositalmente, causando um resultado falso de mudanças do som.
Ele me disse que bons cabos (que na sua maioria são até mais baratos) apresentavam um comportamento mais “honesto”.

Eu fiquei tanto tempo trocando de cabos graças às inventivas e criativas revistas e sugestões de “entendidos” que realmente eu havia perdido a referência do que já tinha se transformado o meu sistema.
Quando fiz as trocas que ele me pediu, notei que o som chegou a melhorar, e percebi o quanto os cabos “mágicos” e “altamente recomendados” haviam afastado o meu sistema de uma condição mais favorável, tornando o seu comportamento confuso e instável.
Minha primeira dica: fujam dos cabos caros e corram dessa conversa de querer ajustar o som com estes cabos. Isso é jogar dinheiro no lixo.
Para se ter uma idéia, foi bem mais econômico e eficaz ajustar o meu sistema com o corretor de sala (e seu equalizador) do que com todos os cabos que já testei na minha vida, e de uma forma bem mais natural.
Para mim foi nítido nesta primeira mudança o quanto um dos cabos trocados provocava uma aspereza nos agudos, que surgiu aos poucos em meu sistema mas que já me incomodava há algum tempo. O cabo em questão recebeu o selo de escolha do editor de uma revista, e me custou alguns milhares de reais. Era um lixo.

Depois de compilado todos estes dados, pacientemente pelo Eduardo, chegamos à uma curva de correção que deveria ser implementada pelo equalizador do dispositivo de correção de sala. Na verdade este equalizador se mostrou muito mais útil que o próprio corretor automático da sala, o que me leva a crer que um equalizador de excelente nível bastaria para este trabalho. Mas, o equalizador do dispositivo utilizado se mostrou de excelente qualidade, e ele é muito mais acessível do que alguns modelos ditos “audiófilos” que sabemos que muitas vezes são mais aparência e marca do que tecnologia audiófila de fato.

Esta etapa de criação da curva de correção é muito interessante e requer muita atenção. Apesar de num primeiro momento parecer algo muito técnico (e até exige um pouco de conhecimento) se mostrou depois de fácil compreensão.
Outro ponto curioso foi o ajuste posterior desta curva.
Mesmo depois de definida a correção, o resultado precisou ser conferido e reajustado, o que é bem interessante.
Mesmo que você faça um reforço de 6dB por exemplo em 5kHz, o resultado, por conta de diversas variáveis pode não ser exato, e assim ser preciso corrigir em 7 ou 8 dB este ponto.
Aprendi muito aqui. Foi a etapa mais interessante deste trabalho.
Consegui medir diversos parâmetros do meu sistema, conhecer sua “assinatura”, entender os meus ouvidos, compreender as diversas interações que ocorrem com troca de cabos e componentes e muito mais.
Não consigo aceitar como as revistas se distanciam disso e se colocam num campo de total subjetividade para atender seus próprios interesses, e hoje compreendo porque é tão difícil convencê-los desta idéia e a publicar um artigo neste sentido.
Como o Eduardo disse, o dia em que eles admitirem este fato, e um dia terão que fazê-lo,  terão que rasgar e jogar fora tudo o que haviam escrito antes, e todos os reviews e suas metodologias perderão completamente o sentido.

Depois de tudo ajustado de acordo com as orientações cuidadosas do Eduardo, fui para os testes finais, agora sim “de ouvido”, para sentir como ficou o meu som.

Para resumir o que senti quando coloquei meu primeiro disco de referência para um teste, foi um baita susto.
Quase caí de costas. Surgiu uma naturalidade em seu sistema que eu nunca ouvira antes, e o artificialismo que eu percebia com os diversos “troca-troca” de cabos que já havia feito tinha sumido.
Tudo pareceu mais natural, mais real, mais verdadeiro, de uma forma que inicialmente tive dificuldade para entender.
Até eu perceber que o que tanto o Eduardo fala sobre “som real” e “som ao vivo” estava claramente provado ali na minha frente, foram horas de audição com interpretações surpreendentes.

Não adianta insistirem que o som ao vivo deve ser o objetivo de nossa busca. Ele também não é totalmente verdadeiro. Lógico que devemos conhecê-lo até para saber como soam os instrumentos e poder identificá-los, mas o som real é o objetivo a ser perseguido.
Em alguns momentos lembrei algumas características que tinha gravado na memória do tempo que era mais jovem e tocava na banda. Foi como recompor alguns detalhes que eu havia perdido com o tempo.

Hoje cada novo disco que eu já conhecia e volto a ouvir (se é que ainda resta algum para ouvir ainda), tenho uma grande surpresa.
Agora sim posso dizer que o salto foi significativo, claro e real, e desta vez numa perceptível e indiscutível direção mais correta.

O depoimento que faço aqui é com a intenção de colaborar com o Eduardo, conforme ele sempre sugere, mas também para ajudar muitos outros colegas a confiar e investir tempo nesta empreitada.
Nem é tão difícil assim quando se compreende a idéia, é só preciso ter atenção e conhecer um pouco alguns passos, mas nada de tão complicado, ainda para um leigo como eu que pouco entendia de acústica, resposta de frequências, correções de ganho, etc.
Além disso, não custa caro fazer esse ajuste. Tenho certeza que muitos gastam muito mais do que isso com a troca de equipamentos, cabos e outros acessórios “mágicos”, acreditando nas equivocadas sugestões que lemos por aí.

Fiquei muito satisfeito com os resultados, que se mostraram superiores até a sistemas de “referência” de alguns eventos que participei, e que pensava comigo mesmo “como alguém ouvindo isso e dizendo que isso está está perfeito pode avaliar equipamentos? Isso não me serve.”.
Nada que eu tenha ouvido até hoje chegou perto da magia sonora que meu sistema me proporciona hoje. É outro mundo. Mais prazer em ouvir música. O verdadeiro sentido da audiofilia.

Sinceramente, você pode gastar 200.000 reais num sistema de som e não ser tão feliz como com outro de 15.000 reais customizado, ou até menos, e nem se dar conta disso até ouvir a diferença, até ouvir o som feito para você.
Seria algo como comprar a mais cara camisa do mundo ou mandar costurar uma para as suas medidas particulares. A adequação às suas características individuais supera o preço, a marca (ou grife) ou a fama do produto.

Eu recomendo a todos que façam esta experiência, e que compartilhem também os seus resultados. Não vão se arrepender. É algo que desta vez sim pode-se chamar de “definitivo”, e nem é um upgrade, mas um ajuste, uma correção, uma adequação às suas necessidades.

Agradeço mais uma vez o Eduardo por ter nos trazido esta experiência, pela sua dedicação e  paciência, e por manter tudo isso de forma gratuita, motivado pela sua paixão pelo tema e pela vontade de ajudar.
Enquanto o Eduardo ainda tiver esta disposição e tempo, estamos bem orientados.

Um abraço para todos os leitores do Hi-Fi Planet, e fiquem à vontade para formular suas perguntas. Se eu puder ajudar, ficaria feliz com isso.

Fábio

8 Comentários em Customização de Sistemas – Depoimento de um Leitor

  1. Sensacional.
    Estou indo na mesma direção e muito animado com o que já ouvi. Depois relato aqui as minhas experiências também.
    Abraço,
    Mogrvits

  2. Caramba, como é alto aqui !!!
    Cheguei finalmente ao topo do pinheiro, ele existe, não é mais uma lenda.
    Daqui vejo o mundo de uma forma como nunca vi antes.

    Eduardo, agradeço muito por você ter compartilhado todo este conhecimento conosco.
    Tive a paciência de ler cada artigo sobre o tema de customização inúmeras vezes, não que fossem confusos, mas pelo contrário são extremamente didáticos e claros para até alguém meio burrinho como eu entender rsrsrsssssss…..
    Não tenho a menor experiência com equipamentos e ajustes, mas consegui aplicar os conhecimentos que aprendi aqui em meu sistema e hoje posso afirmar que não poderia estar mais contente do que estou.
    Foram anos jogando dinheiro no lixo em equipamentos e acessórios “maravilhosos” que o mercado empurrava como soluções para chegar ao topo do pinheiro, e agora vejo que a resposta era tão mais simples do que eu imaginava e estava na frente do meu nariz (ou de meus ouvidos rsss) de tão óbvia que era.
    Se no começo achei muito estranho esse negócio do ao vivo não ser a referencia absoluta para ajuste de nosso sistema. Mas hoje concordo totalmente, ouço minhas músicas com muito mais clareza, mais sons que sequer ouvia antes e com uma sensação inexplicável de prazer.
    Foi como se eu tivesse tirado um cobertor grosso que cobria as minhas caixas. Quando faço um comparativo AxB, é justamente esta sensação que tenho. O som era antes equivalente ao que ouvia ao vivo e me parecia abafado. Hoje tenho mais prazer enm ouvir música em casa do que em salas de concerto, parece que o som é mais claro.
    Com apenas 39 anos descobri que meus ouvidos possuem devios acentuados em algumas faixas e isso prejudicava a perfeita apreciação de qualquer obra.
    Meu caro, muuuuuuuuito obrigado.
    Passei aqui só para agradecer, agora vou voltar a minha sala e ouvir mais um disquinho.
    Glauber

  3. Eduardo

    Depois de sua paciência em responder aos meus infinitos e-mails com tantas perguntas, queria lhe agradecer publicamente por eu hoje estar usufruindo de um sistema de som que me proporciona uma satisfação que jamais imaginava existir.
    Nos meus muitos anos convivendo com a música jamais imaginei que um som eletrônico instalado numa pequena sala pudesse superar em algumas qualidades o som reproduzido acusticamente, guardadas as suas óbvias limitações.

    Antes de me aventurar nessa empreitada de retrabalhar meu sistema de som cheguei a consultar alguns especialistas do mercado, através de revistas, fórum e lojas especializadas, e a resposta mais comum era de que o conceito do Hi-Fi Planet era um absurdo e que não funcionava.
    Hoje questiono a competência destes especialistas que na minha opinião nunca testaram as suas sugestões, e nem querem, esta é a verdade.

    Estou impressionada com o que alcancei, e acredito que todos deveriam ao menos tentar antes de criticar.
    Tenho acompanhado as críticas que são feitas contra você, ou talvez às suas idéias, e lamento que estas pessoas estejam tão longe de conhecer quem você é de fato.
    Para mim você é hoje a referência mais séria para quem quer se aventurar no maravilhoso universo hi-end, sem errar e sem gastar muito mais do que realmente é preciso para alcançar o melhor resultado.

    Mantenho o convite para nos visitar um dia e conhecer a “criança” que você ajudou a criar, com a sua paciência, bondade, conhecimento e muita dedicação, pois nessa vida não conseguimos nada se não for com intensa dedicação, e como você sabe, esta foi também a lição da minha vida em minha trajetória na música.

    Espero que você não pare por aqui e nos presentei com muitos outros ensinamentos tão geniais quanto este, e também espero sinceramente um dia poder lhe retribuir por isso.

    Muito Obrigada.

    Lisa Campos
    (te enviei um e-mail para me identificar, pois usei um nome fictício por razões de ordem profissional que você já conhece)

  4. Ola Lisa (gostei da referência criativa para o seu pseudônimo… risos…)

    Foi um grande prazer poder ajudá-la.
    Não faltará oportunidade para esta visita.
    Fico contente que tenha ficado satisfeita com os resultados que obteve, e como já lhe disse, pode melhorar ainda mais com as minhas últimas sugestões.
    Muito sucesso para você e mantenha contato.

    Abraço

  5. ldm

    Por favor, me encaminhe por e-mail encontrado na página de contatos.

    Obrigado por querer compartilhar suas experiências conosco. Isso é muito importante para todos.

    Abraços

  6. Mogrvits

    Por favor, não deixe de compartilhar as suas experiências conosco.

    Obrigado,
    Abraços

  7. O negócio funciona sim, garanto.
    Testei e aprovei, muda pouco ou muito dependendo dos ouvidos de cada um. Um amigo meu mudou bastante e o cara ficou até assustado com o que ouviu.
    Meu som hoje é outro, e o mais importante é que você não fica mais preso a cabos. Você ajusta o som como quer, com precisão e com qualquer cabo.
    Fantástica experiência que compartilho com todos

    Abraço

    Paulo Braga

Faça um comentário