Cartas Recebidas

Envie seus comentários, sugestões, dúvidas e outras manifestações para este espaço.



A palavra “carta” parece um pouco antiga, mas define bem este objetivo.
Recebemos alguns e-mails interessantes para o conhecimento geral, além de comentários que são adicionados junto aos artigos publicados, e que muitas vezes não têm conexão com o tema.
Por isso criamos essa nova categoria, para facilitar ao nosso visitante e leitor a possibilidade de nos contatar com mais facilidade, e de podermos organizar melhor este espaço.

Não exerceremos qualquer censura nas correspondências, respeitando a liberdade de expressão e mantendo o espírito de transparência e credibilidade que o Hi-Fi Planet vem preservando, bastando que o texto siga as regras básicas de educação, respeito e cordialidade.

Aos poucos iremos transferir algumas correspondências já recebidas para esta seção.

Sinta-se à vontade para nos escrever.

Agradecemos muito a sua participação.

49 Comentários em Cartas Recebidas

  1. Caro Eduardo,

    Vou inaugurar esta seção.

    Em uma de suas vindas aqui para o Rio, você me comentou que não é fácil escrever, e que basta uma única linha ou palavra mal escolhida para prejudicar toda uma idéia, ou pior, causar interpretações desastrosas.
    A impressão que tenho, cada vez que saboreio um de seus magníficos artigos, é de que suas idéias fluem de uma forma muito fácil. Seus textos são bastante claros, e nota-se uma preocupação em criar uma linguagem simples e de fácil compreensão até para os mais leigos.
    Como você sabe, sempre fui um apreciador da boa reprodução musical, desde o vinil e o valvulado, e a eletrônica de alta fidelidade para mim sempre foi um meio, nunca o fim.
    Admiro a sua dedicação em aprender e, mais nobre do que isso, compartilhar seus conhecimentos.
    Quanto mais conhecemos, melhor fazemos.
    Parabéns pelo trabalho que você realiza aqui. Conheço de perto suas dificuldades para manter este espaço, principalmente da falta de tempo para dedicar-se à ele, e ainda de forma gratuita.
    Você é mais um exemplo de que se cada um doar um pouco de si para o benefício de todos, todos ganham.
    Obrigado por manter este “cantinho” para nós. Era algo que nos fazia muita falta.

    Um forte abraço meu amigo.

    EAS

  2. Bom dia Sr. Eduardo
    parabéns pelo seu site, está nota 10.
    Gostaria de tirar uma dúvida com o senhor, sem querer abusar.
    no seu artigo sobre a construção de sua sala dedicada, o senhor comenta que usou um transformador de voltagem na entrada de força da casa, na revista audio e video magazine (antiga clube do audio) um leitor perguntou sobre a vantagem de se utilizar este transfomador e a resposta foi de que não seria bom pois ele prejudica o som.
    Eu estava justamente pensando em adquirir um transformador desse para colocar em meu sistema pois a voltagem aqui na minha região muitas vezes sobe muito. vale a pena ou não? ou seria melhor usar um condicionador para regular a voltagem? se sim, qual modelo devo usar?
    Estou na dúivida e agradeço se o senhor poder me ajudar.
    Paz e saúde.
    Fernando Coutinho

  3. Caro Fernando,

    Desconheço o exato teor da resposta dada ao leitor da referida revista, já que deixei de adquirir esta publicação há muito tempo, justamente pela falta de coerência e exatidão dos textos publicados.
    Mas, posso te afirmar que a resposta foi realmente bastante infeliz. Para certos assuntos, devemos consultar profissionais especializados. Por mais que você seja um entusiasta de um hobby, isso não lhe dá credenciais para assumir a grande responsabilidade de responder por um assunto técnico.
    Você pode notar que normalmente gosto de abrir um equipamento que testo, e até realizar algumas medições, sempre defendendo a necessidade de medições objetivas para conhecer algumas qualidades e defeitos importantes do equipamento (é muito fácil nossos ouvidos nos enganar). Neste ponto, minha formação técnica de 4 anos em eletrônica, e meu curso de engenharia elétrica se mostra bastante útil, o suficiente para jamais dar uma resposta tão superficial e imprecisa como foi o caso que você citou.

    No meu sistema, formado por equipamentos muito atuais e exigentes em termos de qualidade acústica e elétrica da instalação, já realizei vários testes relacionados à alimentação elétrica.
    Meus equipamentos são ingleses e, portanto, projetados para funcionarem com 110 Volts.
    Como disponho ainda de muitos equipamentos de medição e teste do tempo em que realizava manutenção de aparelhos de som (lá pelos anos 80), cheguei a realizar medições da voltagem das tomadas de casa com um multímetro Fluke de alta precisão, avaliando também outras características da onda com um osciloscópio.
    O que descobri é razão de deixar qualquer um indignado. A tensão já chegou a 137 Volts numa noite em que o sistema estava ligado. Assim, fica a questão, isso é bom para o equipamento?
    Não, isso não é nada conveniente. Tolerâncias são admitidas (se bem que pouco recomendadas), mas não nesse nível.
    Os equipamentos são projetados e otimizados para funcionarem com uma determinada alimentação, e se ela ultrapassa este valor, a diferença tem que ser absorvida pelos equipamentos. Muitas vezes o equipamento acaba admitindo esta diferença e fazendo seus componentes trabalharem numa condição bastante crítica, o resultado é um super aquecimento do circuito que prejudica a qualidade sonora e diminui significativamente a vida útil dos componentes. Em outros casos, o equipamento regula essa diferença internamente, transformando o excesso em calor, o que novamente vai prejudicar o equipamento e seu desempenho.

    Meu amplificador trabalhava muito quente, e com as altas frequências (agudos) muito brilhantes e ásperos. Quando instalei um transformador redutor de tensão de 127 para 110V, ele passou a funcionar levemente morno, e os agudos se tornaram perfeitos, além de melhoras perceptíveis nos médios também.
    Essa solução foi recomendada por mim, e utilizada por diversos amigos. Em todos, repito, “todos” os casos houve um ganho com essa solução, mesmo em sistemas onde o consumo de corrente era muito elevado, e não poderia ser diferente.
    Se para alguns utilizar um transformador não parece uma boa solução, saibam que entre a fornecedora de força e a nossa casa existem já alguns transformadores instalados pelo caminho.

    O que ocorre, porém, é que muitos selecionam transformadores de baixa qualidade, muitas vezes subdimensionados para o consumo do seu sistema de som ou vídeo.
    Todo transformador tem um limite de capacidade, medido em kW (kiloWatts), onde a partir deste limite começa a não conseguir fornecer a energia necessária. Isso pode levar à uma compressão dos sinais de níveis mais elevados (nos graves, geralmente).
    Então, temos a primeira regra, utilize transformadores superdimensionados. Costumo sugerir que some o consumo máximo de todos os equipamentos, e multiplique-o por 2, no mínimo, mantendo uma boa folga. Com isso, o transformador será capaz de atender bem aos equipamentos.
    Em meu sistema, o transformador está hoje dimensionado para fornecer 4 vezes a capacidade exigida pelos equipamentos, e isso considerando todos os componentes ligados, o que não é comum.

    Outro ponto, é que a utilização de um transformador pode induzir harmônicos no sistema, o que é uma característica indesejável e pode provocar uma mudança nos sons de média frequência (apesar de alguns até gostarem do efeito).
    Neste caso, a utilização de um bom filtro de linha é recomendável, Aliás, um filtro de qualidade é sempre recomendável, pois além de variações de tensão e a existência de harmônicos, nossas redes elétricas normalmente são contaminadas com muita “sujeira”, ou, ruídos elétricos e outros elementos indesejados.

    Mais informações sobre este assunto, você pode encontrar no site: http://www.byknirsch.com.br/artigos-03-10-otimiz5.shtml , mantido pelo competente engenheiro Jorge Knirsch, que também é um especialista no assunto. Sua própria empresa, a ByKnirsch, fabrica transformadores e filtros de muita qualidade, específicos para utilização em áudio e vídeo. Talvez o autor da resposta à consulta do leitor não tenha ainda utilizado um transformador com estas qualidades.

    Utilize um transformador adequado, com qualidade e corretamente dimensionado, e não terá problemas.

    Apenas para concluir, esta resposta é bem geral, e baseada num comparativo com o meu caso, como você sugeriu.
    Antes de responder à uma pergunta direta de utilizar ou não um transformador, recomenda o bom senso que primeiro se conheça o sistema onde será instalado.
    Dependendo do sistema, a preocupação é ainda menor, e, portanto, mais recomendável ainda a utilização do transformador. Por isso, seria importante você me informar sobre os equipamentos que serão alimentados por esse transformador, as variações de tensão que tenha encontrado, e uma idéia de como foi feita a sua instalação elétrica, e se existe ou pretende instalar um bom filtro de linha.
    Se aquele leitor não forneceu todas estas informações, a resposta foi ainda mais desastrosa.

    Chega a ser insana a idéia de conceber um sistema hi-end sem um bom cuidado na instalação elétrica. A energia elétrica é o combustível de nossos equipamentos e, acredite, de qualidade original bastante baixa.
    Nestes casos, consulte sempre um especialista.

    Abraços

    Eduardo

  4. A CAVI, como era conhecida a atual Áudio e Vídeo Magazine, nunca foi muito séria. Muitos erros graves, testes muito estranhos, elogios exagerados a algumas marcas bem suspeitas e muita bobagem nos textos.
    Vejam a edição deste mês, número 166.
    A lista dos participantes do Hi-End Show já diz tudo. O mercado parece estar perdendo o interesse no evento. Quem participou de outros no passado certamente sentirá que muitas empresas importantes deixaram de participar.
    Avançando mais um pouco, encontramos um “repeteco” de um confuso, contraditório, cansativo e sem propósito artigo do ainda mais cansativo Mirol, que a cada texto se contradiz com suas idéias de algumas edições anteriores, o que é bem normal entre os escritores da revista. São 9 tediosas páginas !!!!!!!!! Um desaforo. Só por isso eu já merecia meu dinheiro de volta.
    Depois temos os “suspeitos” testes da revista. Basta ver o nome da loja e a marca e já podemos advinhar a nota dada ao equipamento, inúmeras vezes na contramão de inúmeras publicações sérias do mundo inteiro. E… acabou a revista, pois o restante é totalmente dispensável, uma avaliação de discos bastante tendenciosa, os cansativos textos do Fernando (como sempre sem qualquer coerência) e uma seção de vendas e trocas (algo que já há muito tempo está em desuso em qualquer publicação impressa).
    Só para se ter uma idéia: total de 72 páginas. Somados os anúncios totalizam perto de 32 páginas. Considerando as novidades de mercado que são anúncios disfarçados, e as exageradas fotos das reportagens (vejam a foto da plaquinha de bornes da caixa acústica na página 52 – o que é aquilo????) ou as fotos das páginas 46 e 49 para mostrar caixinhas bookshef, a revista perde aproximadamente mais umas 9 páginas. Menos 9 páginas da “republicação” do artigo do Mirol (que poderia ter nos poupado de tantas bobagens), uma média de 2 páginas da inútil seção de cartas e de vendas e trocas, e mais perto de 3 páginas das bobagens do editorial e do Fernando (aliás e aquele espaço todo em branco sobre o editorial?), restam perto de 17 páginas de textos em si. Ou seja, 9 folhas de papel para o que interessa de verdade. Tudo isso por apenas R$ 14,00!!!!!! Poderiam lançar isso como um jornalzinho e cobrar R$ 1,00, o que já era caro considerando-se a qualidade dos testes. Fala sério.
    Por isso não abro mão da assinatura das minhas Absolute Sound e Stereophile, nem da bem diversificada internet, com sites realmente interessantes como este que acompanho.
    Longa vida para o Hi-Fi Planet e sua seriedade. Algumas coisas boas ainda surgem de tempos em tempos.
    Att.
    Ismael

  5. Caro Eduardo,

    Escrevo para parabenizá-lo pelo excelente Site HifiPlanet, já faz algum tempo que leio seus ótimos testes de aparelhos, equipamentos que estão ao nosso alcance de compra e desejo, seus testes são claros e imparciais, muito honesto, espero que continue assim por muitos anos. Estava sentido falta de uma leitura de testes, porque a única revista nacional especializada que tinha a oportunidade de ler sobre testes em aparelhos, tomou outro rumo, totalmente diferente dos seus primeiros anos de vida, bons tempos aqueles que podiam-se ler excelentes matérias do querido Mestre Holbein.
    Quero aproveitar sua gentileza, e perguntar se está acompanhando está nova tendência de ouvir música através de PC com placa externa, musicas gravadas e guardadas em um HD externo?
    Sei que a qualidade de um bom CD num bom equipamento, por enquanto não pode ser superada, mas acredito no progresso, assim como um dia acreditei no CD, as coisas vão mudar. Falo isso porque tenho um SACD da Marantz SA8001 e não troco ele por nenhum outro CD, mesmo porque vou ter que voltar uma fortuna e fico na dúvida se o som vai melhorar proporcionalmente a barbaridade de preço que vou ter que pagar a mais.
    Tenho uma duvida e não sei se poderá me responder; tenho uma placa Motu (http://www.motu.com/products/motuaudio/ultralite-mk3/body.html), e gostaria de saber se teria necessidade de colocar um DAC entre ela e o Pré? Me parece que ela já tem um Pré.
    Posso sugerir que se faça alguns testes em equipamentos voltados a este novo modo de ouvir musica?

    Abraço.

    Neube.

  6. Ola Neube,

    Também mantenho um SA8001 para reprodução SACD estéreo. Para CD utilizo um DAC externo.
    É um excelente player, e realmente para conseguir que seja superado por um PC é preciso usar um bom DAC externo. Ouvi outro dia o M1DAC da Musical Fidelity (R$ 1.270,00), e gostei muito dele. Pode ser uma boa opção para ligar num PC.
    Ainda não realizei testes sérios com um PC, mas tenho intenção de utilizá-lo um dia para áudio e vídeo. Assim como você, també acredito que logo tudo vai mudar, e o PC ainda será uma opção bastante comum.
    Vou tentar realizar alguns testes mais a fundo com reprodução de áudio e vídeo por PC, e publicarei aqui.
    Se você desejar, pode também publicar aqui suas experiências, e esse amadurecimento de idéias certamente nos levará a um resultado bem conclusivo.
    Sinto não poder ajudá-lo nesta consulta.

    Grande abraço e muito obrigado pelas palavras.

    Eduardo

  7. Como a Audio e Video está nojentinha, não?
    Depois de tentar difamar o filtro do concorrente não se cansa de mencionar o AC em todas seções de cartas. Observe as últimas duas edições. Muita coincidência não?
    Depois escrevem (e escrevem pra eles) que sofrem críticas maldosas. Fazem por merecer. Tá cada dia pior.
    Já fui assinante desta porcaria. Que saudades do tempo em que os artigos eram sérios e confiáveis.

  8. Olá Eduardo!! Parabéns pelo Blog mais uma vez. As matérias são super interessantes e fogem totalmente do que temos lido e visto por aí. Continue firme e forte amigo.

    Mas vamos a minha questão. Quando vais fazer uma análise do novo player da Oppo, o BDP-95?? Ele está com excelentes reviews e ótimas impressões mundo a fora nos melhores sites e revistas especializadas.

    Abraços

    Dakir Larara

  9. Caro Dakir,

    Obrigado pelas palavras.
    Na verdade, “por aí” os interesses são, digamos, de “outra ordem”.
    Aqui posso escrever o que desejo, sem ter que “seguir regras e interesses da casa”.

    Meu caro, não tenho uma unidade deste Oppo para teste, e pelas experiências que tive com o último BD da Oppo, não tenho interesse em comprar o 95.
    Só testo produtos que me emprestam ou que eu compro. Não avalio produtos enviados por distribuidores, pois a maioria faz algumas propostas, digamos, “pouco éticas”, oferecendo o equipamento caso o avalie bem ou mesmo uma comissão no aumento das vendas por conta de uma boa avaliação. (já tomei uma bronca quando falei mal de um equipamento numa revista por ser o fabricante um de seus maiores anunciantes, e saí da revista por não concordar com essa idiotice).

    Realmente, li muitos comentários bastante positivos sobre esse novo modelo, mas, particularmente, acho que é um produto para um público bastante direcionado. Recentemente fiz um comparativo do BDP-83 com alguns amigos, e todos concordaram que, comparado com um Sony “de supermercado” a diferença não foi sentida em um uso “normal” (convencional).
    Os novos modelos da Sony, Panasonic e até Philips funcionam muito bem em TVs de até 50″, que foi o que tínhamos de maior tela para o teste. Somente com uma tela de projeção de 106″ notou-se uma vantagem para o Oppo.
    Para um sistema mais exigente, ainda aposto no BD da Cambridge, da Marantz, e outras excelentes marcas, depois dos problemas que tive com o BDP-83, aliás, depois de ter recebido várias unidades com problemas de amigos para serem avaliadas. Uma delas, do amigo Fontinelli, está aqui, bem na minha frente para ser devolvida ao dono. A Oppo afirma não ter mais peças para ele.

    Ainda mantenho meu BDP-83 na estante, como pode ser visto em inúmeras fotos que já publiquei neste site. Mas, sofri com os problemas do péssimo firmware do aparelho, com muitas falhas em alguns discos. A própria Oppo já lavou as mãos, e me disse que não há mais o que fazer, e que eles realmente tiveram problemas nesse desenvolvimento, tanto que estariam contratando uma empresa especializada para desenvolver o firmware dos próximos equipamentos.
    Também me confirmaram que um grande lote de aparelhos tiveram problemas no leitor e na placa principal, e até quando tinham as peças de reposição a troca era feita em garantia. Há inúmeros relatos sobre isso na Internet, mas o mais curioso é que a maioria de países latinos, principalmente Brasil.
    Eu ficava envergonhado de ir na locadora e ouvir que só meu Oppo não lia corretamente determinados discos, que até o “infeliz” do Playstation dos clientes liam sem problemas. Comprei um Philips 3100 para colocar no quarto, e ele lê perfeitamente todos os discos onde meu Oppo engasgava.
    Por conta disso, convém aguardar um pouco mais para ver como esse novo modelo irá se comportar.

    Se souber de alguém que queira enviar um para teste, fique à vontade. Prometo somente que será muito bem tratado, como se fosse meu.

    Abraços

    Eduardo

  10. Vocês repararam que mais uma vez, sistematicamente, que a Áudio e Vídeo publica na seção de cartas um leitor que possui o Organizer? É coincidência demais. Mesmo o Powerline sendo o mais tempo vendido, só dá a marca sempre recomendada e elogiada pelos “consultores” da revista. Que coisa sem graça isso.
    Aliás não faltaram novas contradições na revista. O teste da TV no áudio comparado com as caixas publicadas na mesma revista é totalmente incoerente. A metodologia deles é algo incompreensível e como já foi dito aqui, é o motivo principal dos cursos que oferecem, tentar fazer-nos engolir a verdade deles, como eu mesmo tive o desprazer de passar por isso.
    Parabéns pelo seu site. Algo que presta do gênero.
    Att.
    Ismael

  11. Caro Ismael,

    Não leio mais esta publicação para poder me manifestar sobre o assunto, mas agradeço seus comentários.

    Abraço

    Eduardo

  12. Eduardo,
    Tenho muitas sugestões de testes, se vc gostar e tiver tempo, gostaria de saber se além do condicionador de energia, esses filtros e redutores de ruídos eletromagnéticos funcionam e ajudam efetivamente um sistema de áudio, como por exemplo: PS Audio Harvester, Kemp Shunt Noise Suppressor Plug, Audio Magic Ground Disruptor,Audio Magic Pulse Gen ZX, AudioPrism Quiet Line e outras coisas mais exóticas como o Marigo Audio Signature 3-D.
    Abraços

  13. Marcos,

    Também gostaria de testar estes equipamentos.
    O problema é conseguí-los.

    Também queria fazer um comparativo com os condicionadores nacionais, para tirar de vez as dúvidas que persistem ainda sobre cada um deles.

    Abraço

    Eduardo

  14. Eduardo, li numa revista sobre a existência de cursos de percepção auditiva.
    Você recomenda estes cursos? Já fez algum? O que posso ganhar com isso?
    Obrigado pela ajuda.

  15. Milagres acontecem !!!
    Acho que os produtores da revista Audio e Vídeo andaram lendo as cartas aqui e se tocaram.
    Nesta última edição, de número 170, o “normal” aconteceu. O condicionador de força mais vendido do Brasil foi citado numa carta do leitor, e o que sempre “frequenta” a coluna, não apareceu. Um verdadeiro milagre.
    Parece que já estava dando muito na cara.

    Também notei que depois de você tanto comentar aqui, na mesma coluna de cartas eles já assumem que pontuação de equipamentos não funciona. Com uma respostinha bem cuidadosa, já deixaram bem claro que pontuar não significa nada, pois não reflete uma realidade.

    Agora, o triste é ver quem sempre defendeu o CD, em textos em que citava ter atingido a “Nirvana” do áudio, sempre colocando o vinil em segundo plano, agora defender de forma desnecessariamente agressiva quem não gosta de vinil. Uma incoerência brava. Agora o vinil é o novo herói do momento.
    E veja, não estou “colocando palavras na boca de ninguém”. Em vez de se defenderem, deveriam é colocar a memória para funcionar.

    Uma pena que a única revista de hi-end do Brasil seja assim tão atrapalhada.

  16. Avant,
    Sim, já fiz.
    Não, não recomendo.
    O curso que fiz não passou de uma tentativa de valorização da publicação que o promovia, e de sua metodologia de avaliação de testes. Houve até um mal estar pois alguns participantes não se convenceram que deveriam aceitar algumas situações “impostas” pelo palestrante.
    Em outra oportunidade, soube de uma “gafe” do palestrante, um “sério consultor especialista em áudio” que durante as apresentações (novamente tentando impor uma metodologia já para lá de obsoleta) enalteceu um caríssimo cabo hi-end, tentando destacar suas qualidades, mas não percebeu que durante as trocas havia colocado um cabo que momentos antes afirmou ter deteriorado o som !!!

    Recomendo boas leituras. Existem ótimos livros (inclusive recomendados por nós) que não visam impor metodologias, mas lhe proporcionam subsídios suficientes para compreender melhor o universo do áudio. Não vendemos estes livros e nem temos qualquer participação em suas vendas, mesmo porque a maioria deles é importada.

    Se ainda assim desejar assistir à uma palestra séria, recomendo aquelas oferecidas pelo respeitado Eng. Jorge Knirsch, por preços bem acessíveis, quando não gratuitas.
    Fique atento pelo site: http://www.byknirsch.com.br/servicos-seminarios.shtml

    Abraço

    Eduardo

  17. Caro Marco,

    Não leio mais esta publicação. Já foi ótima, mas se perdeu em sua proposta.

    Seus comentários sobre estes possíveis fatos publicados, tenho a certeza de que são construtivos.

    Infelizmente, a referida publicação não tem se atualizado como deveria. A VideoSom deste mês publicou um artigo sobre o Blu-ray Audio, do qual tive a enorme satisfação de colaborar com uma pequena participação.
    É surpreendente que uma revista não especializada exclusivamente em áudio hi-end como a VideoSom tenha chegado primeiro na abordagem desta tecnologia (depois de nós do Hi-Fi Planet que também já publicamos uma reportagem sobre o assunto).
    Não sou contra o vinil, e respeito todos os gostos. Apenas acho que o vinil possui alguns probleminhas que me incomodam muito. Outros acham que suas virtudes superam seus defeitos.
    Mas, acredito que novas tecnologias estão surpreendendo pelos seus resultados, e acho que uma publicação especializada deveria se informar melhor antes de fazer certas afirmações.

    Quando possível, publicarei uma reportagem interessante sobre o desgaste do vinil, e como algumas poucas vezes colocado para tocar já é o suficiente para deteriorar a gravação.
    Mas, inegavelmente, o vinil possui um charme todo especial.

    Abraço

    Eduardo

  18. Caro Eduardo,
    encontrei seu site hoje, por acaso. Ler alguns dos seus textos me proporcionou talvez o mesmo prazer que ouvir uma gravacao “perfeita” num equipamento “perfeito” com cabos “perfeitos”.
    Comentários imparciais, crítica neutra e capacidade de rever seus próprios conceitos. Acredito que seus textos devem te trazer eventualmente alguns problemas, pois vao contra muitos interesses. O artigo sobre os precos absurdos dos hi-end importados no Brasil, foi tao simples quanto genial. O que deveria ser uma simples questao a ser resolvida e entendida com apenas 4 operacoes básicas da matemática, no Brasil, torna-se um grande “black box”.
    Vou passar por aqui frequentemente pra aprender um pouco mais contigo.
    Moro na Alemanha e tenho lido muitos sites, revistas e reviews em alemao e ingles. Na maioria deles(as), existe uma tendência tao forte a certa marca que fica claro o “sponsoring”.
    Quem sou eu pra prever algo neste mundo complexo do som e da música, mas aposto que num belo dia, um desses respeitados audiófilos vai acordar pela manha e pensar; “devemos utilizar um equalizador “ultra hi-fi” que traga a música de forma customizada a cada gosto.” O interesse dos fabricantes talvez seja criar mais diversidade e discussoes para que todos corram atrás da perfeicao e gastem, gastem, gastem muito. Talvez um bom equalizador de 500 euros conseguisse o mesmo ou melhor resultado que os belos cabos de 25.000 euros. Ví um desses cabos na semana passada e acho que entendi porque é tao caro. Deve ser pela caixa. Sim, o cabo era talvez um excelente cabo, mas a caixa em que ele vem, era de tirar o folego.
    Parafraseando algo que li e acredito: “Existe uma linha muito fina entre Hobby e insanidade.”
    E feliz aquele que se emociona ouvindo suas músicas num equipamento de boa qualidade e preco médio (justo).
    Espero que a motivacao que te leva a manter esse site, nunca se apague.

    Abracos
    André Dias

  19. Caro André,

    Obrigado pela sua participação neste humilde espaço.

    O Áudio e o Vídeo são hobbies para mim. Trabalho em segmentos bem diferentes.
    Mas, como apaixonado por estes assuntos, me dedico bastante a conhecê-los um pouco mais, e tento aqui oferecer um pouco do que aprendo.
    Posso fazer isso com bastante imparcialidade e honestidade, sem me preocupar em favorecer quem quer que seja, como acontece em muitos outros veículos de informação.
    Não tenho problemas importantes com isso. Eventualmente recebo uma crítica de alguma loja, site ou revista de que prejudico seus “interesses”. E isso não é um problema importante, mas apenas reflexo de um problema que eles têm, não eu.
    Basta ler algumas revistas especializadas, frequentar alguns fóruns e lojas para perceber que tudo direciona o consumidor a um único objetivo: “gastar muito”.

    Eles buscam fazer o consumidor acreditar que está comprando uma jóia rara, e até a caixa de um cabo ajuda a criar essa ilusão.

    Também acredito que um dia o audiófilo sairá dessas armadilhas, e se encontrará num mundo real e bem mais simples. Tentarei colaborar no que for possível para criar essa nova consciência.
    Mas, enquanto tivermos revistas trabalhando no interesse de lojas a anunciantes, cursos para reforçar metodologias de avaliação bem suspeitas, fóruns manipulados com usuários “fantasmas” no interesse comercial de seus administradores, e tantas outras pilantragens que estão por aí, essa não será uma tarefa fácil.
    Nesse mundo, o consumidor tem até vergonha de dizer o preço que pagou num equipamento honesto e com preço justo.
    Já existe uma idéia formada que um cabo de US$ 10 mil é melhor que outro de 300 reais. Mesmo que ninguém, seja fabricante ou quem o avalia, consiga explicar o que de tão especial tem aquele cabo.

    Li uma crítica do Durval Moruzzi certa vez, onde ele dizia que:
    “Sem falar da espetacular capacidade auditiva dos “reviewers”, que ao testar um simples par de cabos escrevem, na cara dura, que com tais cabos foi possível ouvir as unhas do pianista batendo nas teclas do piano, mosquitos (tomara que não seja dengue) zunindo pelo estúdio de gravação, e que a narina esquerda da cantora estava entupida (tomara não seja pó).”

    E ainda:
    “E só há duas explicações para um cara escrever este tipo de abobrinha: Má fé, para vender equipamentos dos anunciantes, ou esquizofrenia.
    Eu sinceramente prefiro acreditar na segunda hipótese.”

    O audiófilo deveria deixar de ser tão influenciado por estas condutas suspeitas, e acreditar mais no que ele constata.
    Sua comparação com o equalizador é um grande exemplo disso.

    Li numa publicação nacional que um determinado cabo, que custava o preço de um carro semi-novo, tinha uma extensão das altas frequências (agudos) como ele jamais ouvira antes.
    O triste é saber que muitos leitores vão acreditar nisso.
    Qualquer cabo mediano é capaz de conduzir plenamente as frequências de áudio (e bem mais). Isso jamais seria um argumento válido para justificar o preço do cabo.

    Minhas motivações para manter este site são duas: a paixão pelo assunto e a vontade de ajudar aqueles que também querem desfrutar de uma boa música, bem tocada, sem ter que se privar de outras coisas importantes da vida .

    Fique à vontade para participar sempre que desejar, ou até colaborar com algum artigo.

    Um abraço

    Eduardo

  20. Caro Eduardo,

    Andas sumido? Nos dê o prazer de seus maravilhosos artigos.
    Vai aqui uma sugestão ao prezado amigo: porque você não transforma o hifiplanet logo em fórum?
    Está na hora de termos um espaço decente para tratarmos com seriedade de nosso hobby.

    Abraço

    Emílio

  21. Chega a me dar nojo como a única publicação de áudio nacional e os fóruns de discussão manipulam seus conteúdos para favorecimento dos anunciantes.
    Os audiófilos e videófilos deveriam se unir contra isso, e não prestigiar mais safadezas como aquelas.
    Como pode um avaliador de equipamento trabalhar numa loja vendendo equipamentos que ele mesmo avaliou?
    Só na nossa terrinha mesmo…

  22. Eduardo,
    Parabéns pelo seu site. Virei fã, não só deste site mas de suas idéias claras e honestas.
    Forte abraço
    Mauro

  23. Prezado Eduardo.

    Não está na hora de vc criar um Fórum para discutirmos áudio e vídeo de uma maneira mais real e menos imaginária? -fico triste quando um colega gasta milhares de dólares em um cabos, por exemplo, quando na maioria dos casos a energia elétrica que chega na sua residência é poluída, os equipamentos são proporcionalmente inferiores, a área ou volume do ambiente não é adequado para uma boa audição, sem falar nos ouvidos com mais de meio século (hehehe), etc. Será que estão pulando etapas ou são bananões?

    Abraço.

    André.

  24. Olá Emílio,
    Faz tempo…
    Muita correria no trabalho, mas teremos novidades em breve.
    O Clube do Audiófilo já foi criado com a finalidade que você sugere. Te enviei um link de convite.
    Abraço
    Eduardo

  25. Olá André,
    Obrigado por participar deste espaço.
    Não tenho intenções de criar um fórum aberto como os tradicionais já existentes. Vira uma bagunça e acaba desvirtuado por participações suspeitas.
    O Clube do Audiófilo, recém criado, foi a solução que encontramos para manter um fórum restrito. Os membros são selecionados, não pelo prestígio ou amizade, mas pelas suas virtudes, principalmente pelo interesse em manter uma discussão sadia sobre o nosso hobby.
    Se desejar participar, inscreva-se em http://www.hifiplanet.com.br/clube , e receberá instruções mais detalhadas.
    Um abraço
    Eduardo

  26. Caro Eduardo,
    É interessante observar o que está acontecendo aqui na Alemanha em relacao às novas caixas acústicas. Segundo algumas publicacoes, a marca Nubert é a que mais cresce em vendas no mercado alemao. Adquirí um par de bookshelfs desta marca há 2 meses e estou bastante satisfeito. Mas nao estou aqui pra falar da marca e sim do que eles fizeram de diferente. A Nubert têm em suas caixas uma pequena chave na parte traseira. Esta chave tem (no caso das bookshelf) 3 posicoes, as quais permitem o ajuste fino dos sons de alta frequência. Este ajuste ajuda bastante na edequacao das caixas tanto ao ambiente quanto ao ´gosto auditivo´ do cliente.
    Existe também uma outra, a Phonar, que já ouvi e acho excelente. A Phonar também vêm com a possibilidade de ajustes no cross-over. Trata-se de um pino de cobre na parte traseira da caixa que pode ser encaixado de formas diferentes estabelecendo os contatos entre diferentes vias do cross-over causando leve alteracao no som.
    Um leigo como eu diria que a indústria HI-FI está transferindo o antigo equalizador de mesa para a parte trazeira das caixas acústicas.
    Acredito que os fabricantes mais práticos e realistas (pra nao dizer mais inteligentes) entendem que som depende de vários fatores que vao bem além da qualidade das caixas acústicas em si. Um desses importantes fatores é um complexo item fisiológico; o sistema auditivo humano. Cada pessoa tem um ouvido e sente prazer ouvindo sons de formas distintas.
    Voltando ao caso da Nubert, as caixas torre tem ainda mais funcoes de alteracao de médios e graves também.
    Acho a idéia excelente. Afinal, sabemos que o som se comporta de formas diferentes de acordo com a disposicao dos móveis, tipo de piso/asoalho, etc e etc.
    Eu arriscaria dizer que esses controles embutidos nas caixas vao se tornar padrao. Ainda mais em tempos em que os chamados ´amplificadores Hi-End´ nao dispoem de controle de graves e agudos ´para nao alterar a pureza do som´, dizem.
    Um amigo comentou que, desta forma, as diferentes marcas perderiam sua identidade sonora. Acredito que nao. Esses ajustes sao bastante sutís (no caso da Nubert e da Phonar) e somente proporcionam um ajuste fino, nao afetando as características sonoras originais da caixa.
    Concordo com o que já foi mencionado aqui no HIFI Planet sobre o conceito de referência de som. Se o som ao vivo é a referência, gostaria que me esclarecessem qual som ao vivo. Seria o som que se obtem num concerto a céu aberto? Ou seria aquele da casa de shows? Ou o das igrejas onde eventualmente se apresentam orquestras numa acústica envolvente e emocionante? Mesmo que se defina como fonte de referência perfeita, o som de algúm desses ambientes em específico, ainda perguntaria qual a ´sub-referência´ a ser tomada. Sim, porque nao se ouve o som da mesma forma se, num mesmo concerto, a pessoa estiver posicionada lá na frente junto ao palco ou atrás, na última cadeira, ou lá em cima num camarote. E ainda, com ou sem auto falantes? Se for sem, nao podemos incluir instrumentos elétricos. Se for com auto-falantes, precisa-se definir a posicao dos microfones e das próprias caixas acústicas.
    No final das contas, o conceito de som ao vivo tomado como referência de perfeicao, é, no mínimo, bastante vago.
    Éh, parece que os conceitos audiófilos precisam ser revistos. Tem que ser encontrada uma direcao diferente, divergente desta atual, onde se prega que cabos de milhares de dólares lhe ajudarao a atingir o nirvana sonoro. Quanta informacao inútil e tendenciosa circula por aí. Os apaixonados por música e equipamentos de audio&vídeo parecem estar num larinto de informacoes contraditórias e interesses comeciais e, por raras vezes, encontram um oásis como este website. Muito bom ter um espaco como este para deixar nossas idéias, opinioes e questionamentos.

    Grande abraco
    André Dias

  27. André,
    Achei formidável a possibilidade que essas caixas Nubert e Phonar podem propiciar com o sistema de ajuste fino, afinal quem manda é o consumidor, os produtos devem ser fabricados para cada um poder ajustar a caixa conforme seu gosto, acústica, cabeamento… Muito interessante mesmo, acredito que no futuro todas serão desse jeito.
    Mas voltando a falar de preços, alguns equipamentos que custam mais do que um carro ou casa realmente dão o que pensar, será que valem isso tudo? Os materiais empregados justificam tamanha insanidade? O resultado sonoro compensa? É possível que tudo seja uma quimera, por isso é sempre bom manter-se informado e participar de sites como este, muito embora eu não tenha nada contra quem é milionário e quer gastar seu dinheiro desta forma.
    Abs

  28. Meu Caro Eduardo,

    Podemos afirmar que o Áudio Hi-end no Brasil é um antes do HiFiPlanet, e outro depois dele. Primeiro por colocar abaixo algumas canalhices deste mercado podre e cheio de aproveitadores, e segundo por trazer informações úteis e super interessantes para todos nós. GRATUITAMENTE !!!!!!!
    Parabéns por este seu site maravilhoso.
    Alguém precisava abrir os olhos da classe audiófila brasileira, enganada criminosamente e descaradamente por publicações mentirosas e fóruns manipulados. Só não enxergava quem não queria. Mas o HiFiPlanet é o óculos que faltava para alguns enxergarem isso.
    Li hoje um texto em que você comenta a seguinte frase:
    “como sugere o editor, um equipamento com mais de cinco anos hoje pode ser considerado ultrapassado diante das novas tecnologias. Usando esse seu mesmo raciocínio, talvez esteja na hora então do referido “reviewer” substituir alguns componentes de seu sistema, já que suas caixas acústicas de referência, por exemplo, vêm de um projeto com mais de 10 anos, e que foi lançada oficialmente lá em 2002 !!! Dez anos pesam em termos de tecnologia…”
    Aqui você faz uma crítica bem feita e inteligente, obviamente voltada a uma revista nacional que usa caixas Dynaudio em seus testes mal feitos e tendenciosos desenvolvidas (me permita ser mais preciso) há 12 anos. É obvio que estas caixas estão desatualizadas. Como pode um avaliador de equipamentos chamar isso de um sistema de “referência”? Só poderia ser uma piada, e de muito mau gosto, pois influencia de forma errada os seus leitores. Além disso, é obvio que estas caixas não possuem mais a mesma sonoridade e desempenho que possuíam a alguns anos, até pelo uso que é feito dela. Qualquer um pode concluir isso.

    Achei o comentário perfeito, assim como todas as reportagens publicadas no seu site. No mínimo honestas e imparciais.
    A reportagem sobre o som ao vivo não ser uma referência confiável foi bárbara. Sei que foi comentada internacionalmente, e que na época dividiu opiniões, mas hoje a maioria daqueles que se dedicam seriamente a audiofilia já compreende daquela forma como você esclareceu. Você deve se sentir orgulhoso em mudar um conceito, de criar uma nova idéia num mundo já repleto de manias que nunca se acabam, apesar de inconsistentes.

    Falo cum um pouco de autoridade de quem já trabalhou com uma revenda de equipamentos Hi-end, mas com humildade diante de sua coragem e brilhantismo de idéias.
    Muitas vezes comentávamos entre nós, da loja, como o audiófilo é ingênuo. Com todo o respeito que estes merecem, pois graças a estes pude ter meu sustento e trabalhar dignamente.
    Mas, quando você trabalha no comércio de equipamentos, vê tantas coisas que dá até medo de comentar aqui.
    Conheci clientes que elogiaram equipamentos que estavam ligados incorretamente, trouxeram equipamentos de suas referências para testes comparativos e ligaram de forma incorreta, comentaram algo totalmente oposto de um comparativo sem perceber que era o mesmo sistema, etc. Além de fatos tristes, como de um equipamento enviado para teste que foi motivo de uma reportagem de 4 páginas, porém a caixa voltou com o lacre colocado pela loja ainda intacto, e o que é pior, dentro da embalagem foi enviado um equipamento diferente por engano.
    São coisas assim que me faz compartilhar com você da opinião que o mercado Hi-end é pouco confiável.
    Isso sem contar as “doações de gratidão” pelo aumento das vendas de um equipamento por ter sido elogiado pelo avaliador, ou mesmo pelo equipamento lhe ser presenteado após o teste.

    Poderia contar longas histórias de coisas realmente lamentáveis que vivi. E quem me conhece sabe que eu sei muito mais do que eles gostariam que eu soubesse. Mas o objetivo desta mensagem é outro.
    Quero lhe dar os parabéns pela qualidade do conteúdo de seu site, pela sua coragem e honestidade, e lhe oferecer total apoio se algum dia algum lobo do mercado tentar lhe dar um bote. Sou testemunha das pilantragens deste mercado. Apesar de poucos cidadãos honestos que fazem um bom trabalho, a maioria não merece o mínimo de respeito de nossa parte.

    Muito sucesso pra você, principalmente com muita paz e saúde.

    Saudações

    Salmazo

  29. Será que somos idiotas?
    Ou pensam que somos burros?
    É impressionante o que percebemos em algumas publicações de áudio e vídeo.
    Na última edição de uma “respeitada” (???) revista de áudio, o revisor testou uma caixinha de uma bagatela de R$ 195.00,00, da Hansen Audio, e que nos deixa dúvidas se as caixas foram realmente testadas, de tantas incoerências na reportagem.
    Primeiro que não temos nenhuma foto do teste, como costuma fazer aqui o hifi planet. A sala onde encontram-se as caixas para teste, inexplicavelmente, não é a sala de “referência” do editor, mas uma sala muito estranha, com anúncio de uma revista estrangeira !!! Eu poderia afirmar que aquela sala é entrangeira, e não tem nada a ver com o teste.O que é isso gente? De onde veio aquela foto? Coisa de louco. A única foto das caixas é da entrada da reportagem, onde vemos um par com… o fundo trocado. É possível perceber que sequer estão no mesmo piso. Barbaridade ! O que é isso?
    Durante a reportagem o avaliador diz que as caixas não tem preço definido ainda, devendo ficar em cerca de 200 mil, mas ao final do artigo, ele indica o revendedor e o preço de 195 mil !!! Alguém consegue entender o porque da contradição?
    Ainda, durate a reportagem, o avaliador diz que não conseguiu mover as caixas do lugar, de tão pesadas. Ora ! nas características técnicas das caixas apontadas pelo próprio revisor, elas pesam cada uma somente 75Kg !!! Impossível não conseguir movimentar uma caixa dessa. O avaliador precisa tomar umas vitaminas. Já movimentei caixas com 90Kg, e não sou nenhum alterofilista. Agora, durante o artigo, o mesmo avaliador afirma que cada caixa pesa 181Kg !!! Alguém consegue entender tantas informações confusas assim?
    No artigo o avaliador afirma que as caixas chegam a graves de 20Hz !!! Onde ele viu isso? Mediu como? É a típica informação inútil do achismo, como diz o hifi planet sobre testes subjetivos. Estava na hora desta revista começar a medir alguma coisa.
    Afirma ainda o “expert” que as caixas a 5 metros fizeram a barra de seu moleton (pijama?) se mover com os graves. Minhas caixas que responde a partir de 29Hz proporciona o mesmo efeito, com um jeans ainda. Como pode o avaliador achar que as caixas estão fazendo isso por conta de uma suposta resposta de 20Hz? A sua caixa de referência não faz isso? Como ele consegue avaliar alguma coisa então.
    Então temos aqui a mais nova adição à suspeita metodologia de testes da revista, a avaliação da resposta de graves de uma caixa pela movimentação da barra de uma calça.
    !!!
    Afirmou ainda que ouviu detalhes que nunca ouvira em suas caixas de referências, ou seja todos os testes que ele fez estão comprometidos, pois suas “referências” na verdade são limitadas… como confiar nestes testes se suas caixas são limitadas?
    E para fechar com chave de ouro, afirma o avaliador que estas são caixas para até mesmo 20 anos. O mesmo avaliador que um dia disse que caixas com mais de 5 anos são superadas tecnologicamente, pois a tecnologia não pára de evoluir. E agora ele diz que estas caixas serão referência em 20 anos. Será que ele enlouqueceu? A melhor Tv de 20 anos atrás é referência hoje? O melhor PC de 20 anos atrás é referência hoje? O melhor Cd player de 20 anos atrás é referência hoje? Nem a caixa dele com 10 anos é mais, como já citou com extrema inteligência o hifi planet. Tanto que ele não ouve nas caixas dele o que ouviu nestas. Ou seja, as caixas de “referência” dele não conseguem mais realizar uma reprodução fiel. E agora diz que estas irão ser referência por 20 anos? Parece que o avaliador está muito longe da realidade do nosso mundo, e deve viver em outro completamente diferente, para o azar de seus leitores que acabam muito mal informados.
    Isso é o que nos resta… vida longa ao hifi planet.
    Tenho dito.

  30. Caro Waine,

    Só para complementar, a foto onde aparecem as duas caixas é nitidamente uma montagem, do tipo daquelas que já vimos antes na mesma revista.
    Observe que uma caixa é um reflexo da outra, tipo “espelho”. Note cada detalhe de iluminação. São idênticos. É a mesma caixa repetida numa montagem tipo “photoshop”.

    Quanto à foto da sala, você também está certo.
    Ela faz parte de outro evento, como pode ser visto no próprio link: http://www.soundclub.pl/files/products/154/HansenAudio_Emperor_4.jpg da Sound Club.

    O peso correto da caixa é de 181Kg, e não os 75Kg indicado nas especificações fornecidas pela revista.
    Outro erro cometido pelo teste é sobre a impedância nominal da caixa, que é de 6 Ohms, e não 4 Ohms como aponta a revista.
    As dimensões também estão erradas no teste. O correto é: 35,5 x 142 x 61cm e não 34,6 x 1,045 x 48,1, como indicado no teste. Outra falha grave !!!
    As informações corretas desta caixa você pod encontrar em: http://www.hansenaudio.com/PDFS/EMPERORbr%28Specifications%29.pdf

    Não podemos julgar a avaliação, mas realmente os erros quanto às características das caixas podem deixar dúvidas sobre a realização de fato do teste.
    Mas, vamos acreditar num engano, ou melhor, em vários.

    Outro detalhe: estas caixas podem ser encontradas por US$ 50,000 nos EUA (em torno de R$ 90.000). Preço de revenda. Óbvio que distribuidores pagam muito menos do que isso nestas caixas. Então, não adianta fazer os cálculos que os distribuidores adoram fazer de pegar o valor de venda lá fora e começar a aplicar os custo sobre ele. É preciso calcular frete e impostos sobre o valor de atacado das caixas, e não esse do mercado de varejo dos EUA.

  31. Gente, o que foi aquilo?
    Eu nem tinha reparado, mas fiquei decepcionado.
    Confirmei no google e aquela foto é de fora, não foi feita aqui. Usaram uma foto da net, e os direitos autorais como ficam? A foto ainda é ruim em baixa resolução. É só olhar de perto p ver que é da net mesmo.
    Reparei na foto das caixas e percebi que é mesmo uma só refletida.
    E todos aqueles erros?
    Será que não foi possível tirar uma foto das caixas com máquina de boa qualidade custando menos de 300 contos? Hje vc tira foto até com smartphone, tablet, celular, etc.
    Isso deixa qualquer um desconfiado ou no mínimo decepcionado.
    Pegou mal hein?
    Revistinha bronze não recomendada. rsrs….

  32. Caro Eduardo,
    visito com frequencia alguns sites da Europa, os quais considero bastante interessantes.
    Sem nenhuma conotacao comercial e sem a intencao de recomendar estas lojas (até porque nunca comprei nada delas e nao conheco a qualidade dos servicos), gostaria de deixar aqui umas dicas aos amigos que visitam o site.
    Talvez, como eu, eles se interessem pela diversidade de produtos e tb pelas informacoes disponíveis sobre cada um deles.
    Por favor, fique à vontade para apagar esta mensagem caso considere inapropriada em razao do conceito do site.
    http://www.stassen-hifi.com/producten
    http://www.hifi-schluderbacher.de/shop/
    http://www.hifi-regler.de/

    abracos
    André Dias

  33. Olá Eduardo

    Foi sem querer, mas com muito prazer, que descobri esse maravilhoso site.

    Muito bacana ver que você é muitíssimo bem informado a respeito do mundo so áudio e vídeo, mas nada disso é tão importante quanto a sua maneira de pensar e agir com integridade e honestidade.

    Parabéns pelo site!!

  34. Eduardo,
    nao sei se a secao cartas é a ideal pra deixar esta mensagem, mas aqui vai.

    Quando visitamos um Hi-End show ou uma loja para Audiófilos, nós encontramos estas gravacoes que sao conhecidas e famosas somente neste meio. O problema é que, algumas dessas gravacoes normalmente utilizadas para testes, sao simplesmente chatas; apesar de sua excelente qualidade.

    Gostaria de deixar aqui uma lista de dicas de excelentes gravacoes (a maioria comerciais) que podem ser utilizadas para avaliar um equipamento HI-Fi ou Hi-End. Sao somente algumas poucas dicas entre tantas outras existentes. Talvez sejam de auxílio para os que desejam ouvir boas gravacoes ou testar equipmamentos sem ter que pagar caro por gravacoes difícies de encontrar.

    •Cantate Domino – Proprius records. Uma gravacao analogica dos anos 70 também disponível em CD. Boa gravacao para avaliar vozes, tanto masculinas qt femininas. Com um bom equipamento, o palco sonoro desta gravacao é impressionante.

    •Sinfonia Fantastica – H. Berlioz – Reference Recordings. Na minha humilde opiniao, uma das melhores gravacoes de música clássica já feita.

    •Sheffield Track & Drum Record – Sheffield records. Outra gravacao analogica de + de 20 anos. Uma referencia em electric pop/rock. Indicado pra quem gosta do estilo de música da famosa banda Toto.

    •Reference Jazz – Reference Recordings. Boas gravacoes de jazz. Utilizo pra testar equipamentos mas também ouco em casa eventualmente.

    •Sara K. Closer than they appear and others – Chesky Records. Também Jazz. A voz (feminina) é demais.

    •Ludus Danielis. Fone’ records. Esse é famoso também no meio audiófilo. Principalmente entre os mais velhos; ou melhor dizendo, mais experientes.

    •Police. A qualidade daas gravacoes da banda já é velha conhecida daqueles audioófilos que também gostam e ouvem bandas comercias dos anos 80.

    •Joe Jackson. – um artista que sempre foi muito cuidadoso com suas gravacoes. Para audiófilos, recomendaria principalmente “Body and Soul”, mas quase todos os trabalhos do JJ sao muito bons.

    •The Blue Nile. Um grupo de POP da Escócia. Meio estranho por sinal. Os albuns sao gravados pela Linn Records, também conhecida pela qualidade de suas gravacoes.

    •Diane Schurr. Espetacular cantora de Jazz.

    •Pink Floyd. Clássico e quase unanimidade. Cada album é uma obra de arte.

    •Dire Straits. Referencia na qualidade das gravacoes. Alguns albuns tem uma coloracao artificial na voz do vocalista Mark Knopfler, mas tudo bem. Ainda sim, os albuns desta banda sao gravacoes fantásticas.

    •Sade. Talvez dispense comentários. O instrumentos soam soberbos nos albums desta cantora.

    •Andrea Boccelli. Nao é meu favorito mas recomendo para quem queira avaliar a voz de um tenor sem ter que ouvir ópera. Brincadeiras a parte, recomendo para aqueles que gostam do genero.

    •Massive Attack, Chemical Brothers, Prodigy. Pra quem quer testar amplificador e caixas quanto ao quesito “dinamica”. Mas cuidado com o volume e com os vizinhos! E essa dica também é específica pra quem gosta do genero eletronico.

    •AC/DC. Para os fas de hard-rock. Baixo e bateria muito bem gravados. Bom pra “desentupir” as caixas (piada).

    •Metallica. Obrigatório para os fas de rock pesado. Neste genero, esta é uma das bandas que mais cuidam da qualidade de suas gravacoes. O bateirista (lider da banda) é um audiófilo e perfeccionista.

    •Kraftwerk. Banda eletronica alema dos anos 70. Já se apresentou em algumas ocasioes no Brasil. Inspiraram várias bandas dos anos 80 como Depeche Mode e ainda inspiram novas bandas. O estilo também é conhecido como “raw-electronic” (eletronico cru). As gravacoes sao de excelente qualidade.

    •David Sylvian. Recomendo o album “Brilliant trees”.

    •Al Jarreau. Clássica voz negra Americana. Todos os albuns sao muito bem gravados.. Dependendo do seu equipamento, voce terá a impressao que estao cantando e tocando em sua sala.

    •Steely Dan. Gravacoes tecnicamente perfeitas. Destaque também para qualidade das letras.

    É claro que esta é uma pequena lista dentre um quase infinito de possibilidades. A intencao é deixar uma orientacao principalmente para os jovens audiófilos. Aqueles apaixonados por audio que estao chegando agora e garimpando boas gravacoes em meio a historia da música.

    Peco desculpas pela falta de acentos devido ao meu teclado alemao.

    abracos

  35. Olá André,

    Sensacional !!! Uma seleção realmente de muito bom gosto.

    Muito obrigado pela colaboração.

    Abraço

  36. Olá Eduardo!

    Com mais tempo agora, quero parabenizá-lo pela honestidade de seus artigos.

    Num mundo de “Mega Mestres dos Sistemas UltraNitroHiEnd Diamante-Referência” sem nem ter pessoalmente testado um equipamento, é oxigenador aos ouvidos ler suas matérias e cartas.

    Como não vale a pena ficar perdendo tempo com esses autoproclamados “deuses”, permita-me dar uma dica nesse site idôneo que funciona muito bem para mim.

    Tenho um sistema de Áudio/Vídeo, que está montado num rack que foi projetado por mim mesmo (publicitário é metido a tentar entender um pouco de tudo, kkk). Esse rack é todo com tubos de aço preenchidos com esferas de aço, apoiado em spikes, apoiados em discos de PTFE (Teflon), e finalmente apoiados em discos de silicone de 6cm de diâmetro e 2,5cm de altura; se quiser, posso mandar fotos para você ter uma idéia melhor de como ele é, é só me dizer para qual e-mail devo enviar.

    Embaixo dos equipamentos, fiz uns “discos de silicone” que deram um resultado bastante interessante, principalmente sob a caixa central, pois o rack vibrava muito sem esses discos; depois dos discos, a vibração acabou por completo, sem contar que o som e a imagem foram beneficiados.

    A dica para fazer esses discos é bastante simples: um molde que pode ser comprado nessas casas especializadas em vendas de essências para fabricação de velas (cerca de R$ 1,00 um molde com 4 “discos”, com 5,5cm de diâmetro e 1,5cm de altura; silicone incolor, daqueles de tubo de 300ml (em torno de R$ 10,00); silicone em spray (em torno de R$ 12,00 o tubo).

    Confecção: passar o silicone em spray dentro dos moldes para facilitar a desmoldagem (rende cerca de 5 discos); colocar o silicone (de tubo) até encher o molde; passar uma espátula para acabamento; deixar secar ao ar livre por cerca de 7 a 10 dias; depois disso, desmoldar.

    Pode-se usar embaixo de players, powers, prés, caixas que estejam em algum rack, etc.

    É um acessório barato, simples de fazer, com bons resultados e que pode ajudar o pessoal desse site.

    Um abraço!

  37. Olá Salvador,

    Muito obrigado pela sua colaboração.
    Vou te encaminhar meu e-mail sim, e se você puder me enviar fotos e algumas instruções detalhadas, publicarei o artigo na categoria DIY do site, com os devidos créditos, claro.

    A cada dia percebo que aparecem mais pessoas sugerindo opções e dando dicas de soluções econômicas e funcionais para os nossos leitores.
    Isso é importante, pois acaba com a palhaçada de alguns sites e revistas que tentam fazer o consumidor gastar uma fortuna em produtos sem o menor efeito prático. E ainda escrevem… “por mil dólares esse cabo é uma barganha…”. Isso é irritante, pois você sabe que aquele cabo não custa isso, ou sequer proporciona o falado “enorme salto de qualidade”.

    Colaborações como esta são fundamentais para derrubarmos as lendas que alguns espertinhos criaram no mercado.

    Um abraço

  38. Olá Eduardo!

    É um prazer tentar ajudar outras pessoas que como nós tem o Áudio e Vídeo como hobby.

    O mais legal é tentar descobrir algo que ajude a melhorar nossos equipamentos com custo baixo, pois é muitíssimo fácil ir na conversa de que o cabo XJPIKKººº™™2, que custa “apenas” US$ 5.000,00 vai mudar a nossa vida a ponto de termos que escutar “todos os nossos discos novamente”.

    O “disco de silicone” é bastante interessante, e no meu caso, foi super eficiente para tirar as vibrações que a caixa centrar emitia ao rack.

    Usei uma parte do rack da Airon que tinha, mas tive que desenvolver um projeto básico para acomodar os equipamentos da melhor forma, e o mais legal, foi fuçar até chegar no desenho que eu queria, e fiz também vários outros modelos de silicone para apoiar as prateleiras do rack, e os equipamentos.

    O único problema dessa busca pela melhora, é que não temos a certeza de nada até testarmos nos nossos equipamentos algum desses diy. Um exemplo que testei e no meu caso só piorou, foi colocar uma placa de granito em cima do player; sei que para outras pessoas isso funcionou muito bem.

    Agora estou analisando uma outra idéia que tive, mas novamente só poderei ter a resposta testando, é sobre acústica. Já vimos N difusores acústicos quase sempre custando uma pequena bagatela. Sem querer, vi numa papelaria, umas bolas ocas de isopor com vários diâmetros. Estou pensando em enchê-las com espuma expandível e colocá-las na parede da frente, onde está o rack com os equipamentos, mas aí é outra história para depois de testar, colocar minhas impressões aqui.

    Fico no aguardo do teu e-mail para eu mandar as fotos do “disco de silicone”, ok?

    Grande abraço!
    Salvador

  39. Eduardo, tudo bom com você?
    Estou sempre lendo seu Site, ele é muito bom, tem algumas pessoas aqui em BH e inclusive eu, que concorda com a mesma coisa que você publica sobre a esperteza (para não dizer coisas piores) de vários comerciantes no meio Audiofilo, o pior é a ilusão de vários Audiofilos que caiem na conversa destes comerciantes.
    Todo dia nasce um esperto e um bobo, não é mesmo?
    Tenho algumas duvidas e gostaria se possível uma ajuda sua, tenho como você um SACD8001 e estou na duvida de comprar um M1DAC M.F. ou um próprio CD da M.F., será que o sistema eletrônico dele (CD M.F.) viria com o mesmo sistema que vem no M1DAC M.F. deles?
    Assim ficaria com um CD mais atualizado e não teria a necessidade de um DAC?
    Já tem conhece o Sony SACD XA5400ES?
    Valeria a pena troca-lo pelo SA8001?
    Ele teria a necessidade de um DAC?
    Até Breve.
    Abraço.
    Neube.

  40. Olá Neube,

    Tudo bom obrigado. Espero que com você também.
    Obrigado por prestigiar este humilde espaço junto com os seus amigos.

    É muito difícil dar um parecer exato para a sua consulta. O ideal seria testar cada uma das opções em seu próprio sistema.
    Vejo alguns “consultores” de áudio dar respostas precisas em situações parecidas com esta, mas isto é um grande erro que não quero cometer.
    Tudo acaba influenciando nos resultados, desde a acústica da sala, seu gosto pessoal e seus ouvidos.

    Para colaborar apenas com uma opinião, eu manteria o SA8001, até pela sua capacidade de ler SACDs. Particularmente, é um dos formatos que mais adquiro, por suas qualidades que considero superiores ao CD. Mas, mais uma vez, não sei se isso é algo importante para você, por isso digo que é muito difícil opinar com segurança, pois cada caso é um caso.
    De qualquer forma, o SA8001 é fantástico como transporte, pois tem uma construção interna bem elaborada.
    Eu colocaria o M1DAC para ganhar um pouco mais na reprodução em CD, e manteria o SA8001 como transporte para CD. Até mesmo porque se no futuro você tiver problemas com o SA8001, pode comprar um outro player sem muita sofisticação (mais barato) e manter as qualidades do M1DAC (por exemplo até um player de entrada da própria Marantz daria um desempenho bem interessante). Você ganharia em versatilidade.
    Essa combinação foi a melhor que consegui até hoje, e isso depois de inúmeros testes que até perdi a conta. Mantenho meu sistema exatamente desta forma hoje.

    Eu não optaria pelo Sony, pois ainda acho essa disposição melhor, e a qualidade do Marantz superior.

    Um grande abraço,

    Eduardo

  41. Prezado Dr Eduardo, boa tarde e parabéns pelo excelente conteúdo do”site”.
    Também advogado, mas agora já aposentado, escrevo para compartilhar informações e impressões de seus leitores mais especificamente sobre amplificadores valvulados OTL ( sem transformador de saída) e falantes eletrostáticos em geral ( especialmente os QUADS ESL 57’s ( empilhados ou não), os 63 e os modelos mais atuais. O sistema que ouço no momento pode ser visualizado no endereço :

    http://forum.audiogon.com/cgi-bin/fr.pl?vdone&1224001627&view&1323783413#comm

    Se houver alguém que deseje trocar impressões sobre a integração dos amplificadores OTL com as eletrostáticas será um prazer o intercâmbio.
    Obrigado.

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